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CIN aposta na requalificação urbana e dá palco a artistas moçambicanos

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  • “Muro da Biodiversidade” pintado com as cores de Moçambique

No âmbito da sua política de responsabilidade social, a história das Tintas CIN tem sido marcada pela aposta na requalificação do espaço urbano, numa óptica de aproximação à arquitectura, à arte e aos artistas moçambicanos. A empresa, que este ano completa 50 anos em Moçambique, tem vindo a influenciar a forma como se olha para o espaço público, abraçando transformações inspiradoras através da cor.

Depois de parcerias em projectos emblemáticos como o novo ‘Mercado do Frango e Magumba’, o ‘Pintar pela Paz’ ou o ‘Bring Back Maputo’, a empresa associou-se também à causa ambientalista, apoiando o ‘Muro da Biodiversidade’, no âmbito do projecto “Preservação da Nossa Fauna”. Uma iniciativa promovida em parceria com os Aeroportos de Moçambique, Conselho Municipal da Cidade de Maputo e Ministério da Terra e Ambiente, que tem como objectivo ser um espaço de sensibilização para a preservação da biodiversidade e combate à caça furtiva.

O ‘Muro da Biodiversidade’, que vai ser inaugurado na sexta-feira, dia 31 de Março, fica localizado à saída do Aeroporto Internacional de Maputo, no Bairro de Mavalane, integrando 45 painéis com imagens de animais selvagens, muitos deles em risco de extinção. As pinturas estiveram a cargo de duas equipas de artistas plásticos moçambicanos representadas por Mateus Sitole e Rachid Gutierrez. 

A CIN contribuiu para a iniciativa doando todas as tintas e apoiando, ainda, no reboco e na pintura de algumas casas no interior do Bairro de Mavalane, situado logo atrás do Muro. Para além da mensagem de sensibilização que promove, todo aquele espaço transmite agora a mudança a que foi sujeito, reflectindo também uma transformação do ponto de vista estético.

José Soares, Director Comercial das Tintas CIN em Moçambique, refere que a aproximação à arquitectura, à arte e aos artistas locais, tem levado a CIN a optar por projectos emblemáticos na esfera social, simbolizando muito do que é a cultura moçambicana. O ‘Muro da Biodiversidade é mais um desses exemplos”. “A cor certa pode transformar qualquer casa, qualquer edifício, qualquer espaço público, num lugar extraordinário, influenciando a forma como nos sentimos e olhamos para esse mesmo espaço”, destaca ainda o mesmo responsável.

Através de todos os seus projectos de responsabilidade social, a CIN escreve a sua própria história, marcada pelo crescimento em Moçambique e pelo reconhecimento enquanto marca responsável e de excelência.

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