fbpx
CTA quer maior acesso das PMES aos Financiamentos do BAD

CTA quer maior acesso das PME´S aos Financiamentos do BAD

0
885

A Confederação das Associações Económicas (CTA), solicitou ao Banco Africano de Desenvolvimento (BAD), uma maior inclusão das PMEs nos programas de financiamento desta instituição multilateral de crédito pan-africana. O desejo foi manifestado durante um encontro realizado recentemente entre a liderança da CTA, representada pelo seu presidente Agostinho Vuma e a diretora executiva do BAD, Judith Kateera.

Na ocasião, a CTA solicitou a revisão dos condicionalismos do acesso aos financiamentos concedidos pelo BAD, direcionadas às empresas moçambicanas, para que estas consigam ter resultados mais profícuos.

O Banco Africano de Desenvolvimento é uma instituição financeira cujo objetivo é promover o crescimento sustentado para a redução da pobreza em África através do financiamento de projectos e programas de desenvolvimento. Desde o início das suas operações em Moçambique, em 1977, o Grupo BAD já contribuiu com cerca de US$ 2 biliões para o financiamento de 100 projetos ligados a infraestruturas.

Desde o início das suas operações em Moçambique o sector que mais recebeu financiamento do BAD é o de Transporte com 48%, seguido pela agricultura (15%), energia (9%), extração (6%), abastecimento de água e saneamento (6%), finanças (2%) e social (1%).

A carteira de projectos do BAD para Moçambique é composta por 17 projectos avaliados em mais de US$ 630 milhões. Actualmente, os principais projectos financiados pelo BAD no País são, o Regadio do baixo Limpopo, estimado em US$ 21,7 milhões, o Cofamosa Irrigation Project, estimado em US$ 23 milhões, o Corredor Logístico de Nacala, bem como Barragem de Massingir.

 

Ver mais:

SUBSCREVA O.ECONÓMICO REPORT
Aceito que a minha informação pessoal seja transferida para MailChimp ( mais informação )
Subscreva O.Económico Report e fique a par do essencial e relevante sobre a dinâmica da economia e das empresas em Moçambique
Não gostamos de spam. O seu endereço de correio electrónico não será vendido ou partilhado com mais ninguém.

Comentários

Mais notícias