Micro e Pequenas empresas lideradas por mulheres chamadas a adotarem boas práticas governativas para facilitar a sua elegibilidade e integração em novos mercados

A Vice Ministra da Indústria e Comércio, Ludovina Bernardo, apelou as micro e pequenas empresas lideradas por mulheres a adotarem boas práticas governativas para facilitar a sua elegibilidade e integração em novos mercados.

Ludovina Bernardo falava no “pequeno almoço de negócios”, Organizado pelo Pelouro da Mulher Empresária e Empreendedorismo, da CTA, em parceria com o Fundo Africano de Garantia e a Acção Financeira Afirmativa para Mulheres em África (AFAWA), realizado na cidade de Maputo, a 25/11 ultimo.

O evento que se apresentou com o objectivo de fortalecer o entendimento da iniciativa AFAWA e seu mecanismo de apoio, buscou igualmente aumentar a conscientização sobre os desafios e os critério usados para promover o empoderamento económico das mulheres e igualdade de género. Para o efeito havia necessidade de compreender as iniciativas actuais para o ecossistema empresarial sensível ao género em Mocambique na perspectiva de aumentar a consciência das necessidades , constrangimentos e acções necessárias  para um ambiente propício aos empreendedorismo feminino, capacitando-as a desempenhar um papel significativo no crescimento económico de Mocambique.

Nessa perspectiva, Ludovina Bernardo, referiu-se a iniciativas que o Governo tem estado a desenvolver visando o estimulo da participação das mulheres nas Feiras Nacionais e Internacionais como forma de alargar a visão destas e a sua capacidade de negociar e ganhar competitividade.

“ Temos vindo a consolidar instrumentos importantes, como é o caso do pavilhão que tem sido dedicado às PMEs nas últimas edições da nossa FACIM que assiste e facilita a participação destas nas plataformas de negócio, e parte significativa desse pavilhão, cerca de 80% tem sido participado por mulheres”. Disse Ludovina Bernardo.

Para a governante, a interação do Governo com o sector empresarial liderado por mulheres permite afirmar que o empreendedorismo feminino no nosso país está em franco desenvolvimento.

Tendo salientado que uma parte significado de negócios liderados por mulheres realizarem-se no domínio informal, a Vice-ministra da Industria e Comércio, desafiou a as empreendedoras e micro e pequenas empresas que ainda estão no sector informal a abraçar o sector formal, como forma de, não só,  melhor contribuir para o desenvolvimento do País, como também obter maior benefício das actividades que empreendem.

“Reiteramos a nossa confiança em ver a mulher empreendedora moçambicana como líderes de empresas competitivas que se consolidam no mercado”. Disse Ludovina Bernardo.

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