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Levantada proibição de importação de aves e ovos da RSA

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  • Quatro meses após a interdição, já está levantada a medida de proibição da importação de carnes congeladas de aves domésticas da República da África do Sul – RSA, devido à eclosão do surto do vírus do Influenza aviária – IA no país vizinho.

A Direcção Nacional de Desenvolvimento Pecuário, do Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural – MADER, em uma nota de imprensa, indica, no entanto, haver necessidade de se acautelar de que as aves sejam oriundas de compartimentos livres da gripe aviária, o que significa terem sido aprovados pela autoridade veterinária, segundo o Código da Organização Mundial de Saúde Animal e de matadouros autorizados para exportação.

Mais ainda, o documento aponta para a permissão da importação de carnes de aves processadas por calor, porque este inactiva o vírus do IA.

Ademais, o trânsito da África do Sul de carnes de aves, plumas, penas, ovos férteis e de consumo ração, entre outros produtos avícolas para fins agrícolas ou industriais, deve também ser autorizado pela autoridade veterinária moçambicana, através da emissão da licença de importação.

Entretanto, as autoridades mantêm a proibição da importação de aves vivas domésticas e selvagens, pintos de um dia, ovos férteis e de consumo, e de ração.

Apesar de há quatro meses o país não registar casos da doença, o director nacional do Desenvolvimento Pecuário, Américo Conceição, que falava ontem (13/02) em Maputo numa palestra sobre a gripe aviária, alertou que só daqui a dois meses, Moçambique poderá ser declarado livre do IA. Apontou que apesar do relaxamento, serão tomadas medidas de precaução, como a testagem do produto para diagnóstico de possíveis patologias. Reiterou a necessidade de se manter a vigilância e observância das medidas de biossegurança nas unidades de produção.

Por sua vez, o chefe do Departamento de Prevenção e Controlo de Doenças no MADER, Zacarias Massicame, lembrou que a eclosão da IA, na subunidade de produção de poedeiras em Morrumbene, que culminou com o abate de 34 mil aves, causou prejuízos ao sector avícola.

Os Correios da África do Sul (SAPO) perderam 9,2 mil milhões de rands em valor accionista em três anos e enfrentam agora a falência.

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