Ao mais alto nível, Moçambique percorre os corredores das finanças internacionais, esta semana, em Washington, com intuito busca de recursos para a promoção de acções conjuntas, coordenadas e integradas para recuperar, gerir, monitorar e conservar as florestas na África Austral

Na verdade, esse é o principal objectivo da realização, de hoje até quinta-feira, em Washington, nos Estados Unidos da América, da Conferência Internacional Sobre o Maneio Sustentável do Miombo, a ser dirigida pelo Presidente Filipe Nyusi.

O jornal “Notícias” na sua edição de hoje, indica que objectivo da conferência é dar seguimento ao evento regional realizado em Agosto de 2022 no qual dez países da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) mais a República do Congo adoptaram a Declaração de Maputo, que preconiza a promoção da gespreconiza a promoção da gestão sustentável e integrada da Floresta do Miombo.

 Na Declaração de Maputo ficou assente que a África Austral necessita de 550 milhões de dólares para implementar o seu programa o alcance das metas sobre as mudanças climáticas, conservação da biodiversidade e desenvolvimento sustentável integrado.

Assim, o Presidente Nyusi recebeu o mandato de liderar a promoção da iniciativa e coordenar a acção a nível global.

É neste contexto que o País vai presidir a Conferência de Washington, evento co-organizado por Moçambique e a Fundação Internacional de Conservação Caucus.

São esperados na conferencia Chefes de Estado dos países signatários da Declaração de Maputo, membros do Congresso dos EUA e dos parlamentos africanos, instituições financeiras, sector privado, agências internacionais de conservação, filantropos, ambientalistas e líderes comunitários das províncias de Zambézia, Niassa e Inhambane.

O “Noticias” avança que, esta terça-feira, 16/04, a reunião inicia com uma sessão ministerial, mas Nyusi tem o dia reservado para encontros bilaterais, em Washington, sendo que o mais aguardado é com a Direcção-Geral do Fundo Monetário Internacional.

A Floresta do Miombo ajuda a manter a Bacia do Grande Zambeze rica em biodiversidade nas suas áreas protegidas, com enorme potencial para o desenvolvimento de economia baseada na natureza.

Refira-se que em vários fóruns internacionais, Moçambique tem reiterado ser tempo de agir para assegurar a vida na terra, através de soluções integradas, intervenções conjuntas e coordenadas entre as nações, priorizando os sectores públicos e privado.

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