
Comércio EUA/África pode abrir mercado de US$ 3,4 biliões
- Memorando EUA ZCLCA poderá criar um mercado de 3,4 biliões de dólares e abranger 1,3 mil bilhões de pessoas,
No balanço da cimeira EUA-África que decorreu na semana passada em Washington, o Subsecretário de Estado Norte Americano, para Crescimento Económico, Energia e Meio Ambiente José W. Fernandez, afirma que o memorando de entendimento entre os Estados Unidos e o Secretariado da Zona de Comércio Livre Continental Africana (ZCLCA), poderá criar um mercado de 3,4 mil milhões de dólares e abranger 1,3 mil milhões de pessoas.
Num “briefing” à imprensa na terça-feira, ,20/12, colocando em destaque a assinatura deste memorando que visa apoiar as instituições a acelerar o crescimento económico sustentável em todo o continente africano, Jose W. Fernandez, disse que “a assinatura do memorando de entendimento entre os EUA e o secretariado da ZCLCA, que visa promover um comércio equitativo, sustentável e inclusivo – comércio esse que abrangerá todo o continente, abrirá um mercado de 3,4 bilhões de dólares de 1,3 mil milhões de pessoas.
“Esse é um grande mercado – é um mercado enorme – e é nisso que pretendemos trabalhar com este memorando” / Disse Jose W. Fernandez.
No rescaldo da Conferência, ficou assente que a Administração Biden total, vai investir pelo menos 55 mil milhões de dólares em Africa nos próximos três anos trabalhando em estreita colaboração com Congresso norte-Americano.
Joe W. Fernandez, referiu-se a cimeira como tendo produzido “discussões produtivas”, envolvendo os sectores público e privado que ajudariam a expandir as economias e enfrentar a crise climática.
“A parceira é a base da estratégia do Presidente Biden para África porque sabemos que não podemos enfrentar os desafios do nosso tempo sem trazer todos para a mesa. Isso significa governo em todos os níveis, instituições, sector privado e diáspora africana”, afirmou o Subsecretario de Estado aos jornalistas, num pronunciamento feito virtualmente. “Quando falamos sobre prioridades como conservação, mudanças climáticas, transição para energia limpa, cadeia de abastecimento, investimento, empreendedorismo e inovação, precisamos de toda a força da nossa colaboração para ter sucesso, porque não seremos capazes de enfrentar esses desafios sozinhos”, acrescentou.













