
Despesa pública, no lugar de promover crescimento das PMEs, provoca a sua falência.
- PMEs estão sofrer por causa de falta de reembolso do IVA e pagamento de facturas
Apesar disso, os empresários têm “muita esperança no 2023.
No encontro que serviu de balanço final do ano, a classe empresarial, através da CTA, manifestou que não obstante os riscos que ainda pairam tanto a nível nacional como externo, perspectiva um 2023 positivo e de muita esperança para o sector privado nacional e o ambiente de negócios.
“Temos elevadas expectativas em relação a implementação efectiva das medidas no âmbito do PAE com destaque para a redução da carga fiscal como mecanismo para dinamizar a recuperação empresarial”. Afirmou o Presidente da CTA, Agostinho Vuma.
A classe empresarial, aproveitou a ocasião para mandar recados ao Governo: “Como CTA, gostaríamos de ver minimizado os problemas relacionados com o pagamento das facturas atrasadas aos fornecedores e o reembolso do IVA.”.
Agostinho Vuma descreveu a situação actual como sendo dramática: “Meus caros, as empresas, particularmente as PMEs estão sofrer por causa de falta de reembolso do IVA e pagamento de facturas”
A CTA vai mais longe e afirma que a a tesouraria das empresas está muito pressionada e não consegue cumprir com obrigações tanto com a banca bem como fiscais. “Numa situação destas, a despesa pública, no lugar de promover crescimento das PMEs, provoca a sua falência.
A CTA nota que o Plano Económico Social e do Orçamento do Estado para 2023, em nenhum momento faz menção deste aspecto.
“ Gostaria de ouvir o que o Governo espera fazer relativamente a estes dois aspectos”. Frisou Agostinho Vuma.














