Usando da plataforma que foi o Gateway – Fórum de Investimento Moçambique – EU a Associação Industrial de Moçambique (AIMO), disse que prevalecem, no processo de desenvolvimento industrial,  “aspectos críticos”,  que sob ponto de vista da organização, “minam o desenvolvimento contínuo da indústria moçambicana”.

Paulo Chibanga da AIMO, mencionou questões relacionadas ao padrão de Industrialização, as ligações intersectoriais, a expansão Industrial e a criação de uma linha de financiamento sustentável para as indústrias, como exemplos de situações que inibem o desenvolvimento industrial de Moçambique.  

Paulo Chibanga da AIMO

Chibanga disse também que, para suplantar os obstáculos e q impulsionar o crescimento do sector, é pertinente a realização de investimentos significativos em infraestruturas.

“Insistimos que, para que possamos alavancar a Indústria Moçambicana, é preciso rever osmodelos de financiamento, para além das questões de qualidade, certificação , força de trabalho e revisão do quadro legal e a sua modernização”. Disse

Secundando, Hugo Gomes, igualmente do elenco da AIMO, destacou a “proliferação de imposto e taxas que se aplicam ao sector industrial, o que, tal como disse, “são em grande medida parte dos maiores desafios do desenvolvimento industrial”.

Citou o Programa de Avaliação da Conformidade- PAC, um instrumento legislativo e normativo recentemente aprovado pelo Governo, que entrou em efectividade no passado dia 1 de Novembro de 2023.

Falando ao O.Económico os representantes da AIMO no Fórum de Investimento Gateway, classificaram a sua participação como tendo sido importante, visto que permitiu destacar questões críticas e sensibilizar as autoridades e os investidores sobre os desafios enfrentados pela indústria moçambicana.

“A associação está comprometida em colaborar com os sectores público e privado para superar os aspectos críticos que minam o desenvolvimento industrial nacional, onde o destaque vai para a necessidade de melhoramento do quadro institucional legal e ambiente de mercado”, disse Paulo Chibanga, que insistiu nos aspectos do modelo de industrialização, tecnologia, modernização, financiamento, com àqueles que se devidamente endereçados, irão  “criar um ambiente propício ao crescimento e desenvolvimento sustentável da indústria em Moçambique”.

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