No primeiro trimestre do ano em curso, o País registou um aumento de preços na ordem de 3,32%

  • Em Março de 2023 a inflação mensal foi de 1,33%;
  • A inflação homóloga foi de 10,82%;
  • Quelimane foi a cidade mais cara, com um aumento de 3,20%, seguida da Província de Inhambane com 2,28%, das Cidades de Tete com 2,05%, de Maputo com 1,73%, de Xai-xai com 0,33%, de Chimoio com 0,31%, de Nampula com 0,13% e, por fim a Cidade da Beira com 0,06%;
  • Por variação homóloga, a Província de Inhambane teve o maior aumento do nível geral de preços com cerca de 15,27%, seguida das Cidades de Quelimane com 13,67%, de Tete com 12,91%, de Chimoio com 10,62%, de Xai-xai com 10,07%, de Maputo com 9,37%, de Nampula com 9,28% e de Beira com 9,28%.

O Instituto Nacional de Estatística (INE) informa que, com base em dados recolhidos em Março último, nas Cidades de Maputo, Beira, Nampula, Quelimane, Tete, Chimoio, Xai-xai e Província de Inhambane, comparados com os do mês anterior, indicam que o País registou uma inflação na ordem de 1,33%.

Segundo o INE, a divisão de Alimentação e bebidas não alcoólicas foi de maior destaque, ao contribuir no total da variação mensal com cerca de 0,95 pontos percentuais (pp) positivos.

O INE analisou a variação mensal por produto e, nessa perspectiva, constatou o aumento dos preços do tomate (4,2%), dos transportes semi-colectivos urbanos de passageiros (6,0%), do milho em grão (10,9%), da couve (9,6%), da alface (15,3%), do feijão nhemba (13,9%) e do feijão manteiga (2,9%). Estes contribuíram no total da variação mensal com cerca de 0,83pp positivos. No entanto, alguns produtos com destaque para o óleo alimentar (0,9%), o coco (1,5%), o material diverso para a manutenção e reparação da habitação (1,4%), o camarão fresco (6,0%), o limão (12,9%), as capulanas (0,4%) e as camisas para homem (2,2%), contrariaram a tendência de aumento de preços, ao contribuírem com cerca de 0,11pp negativos no total da variação mensal.

Variação Acumulada: 3,32%

Segundo o Índice de Preços ao Consumidor, do INE, durante o primeiro trimestre do ano em curso, o País registou um aumento de preços na ordem de 3,32%. A divisão de Alimentação e bebidas não alcoólicas teve maior aumento de preços ao variar com 2,49pp positivos.

Também neste domínio, o INE procedeu a análise da variação acumulada por produto, na qual se destaca o aumento dos preços do tomate, do milho em grão, da alface, dos transportes semicolectivos urbanos de passageiros, da couve, do repolho e do coco. Estes comparticiparam com cerca de 2,14pp positivos no total da variação acumulada.

Variação Homóloga: 10,82%

Os dados do mês em análise, Março, quando comparados com os de igual período de 2022, indicam que o País registou um aumento de preços na ordem de 10,82%. As divisões de Alimentação e bebidas não alcoólicas e de Transportes, foram as que tiveram maior aumento de preços ao variarem com 18,20% e 15,74% respectivamente.

Variação por centro de recolha de preços

A outra análise do IPC de Março, do INE, foi a variação mensal pelos oito centros de recolha, que serviram de referência para a variação de preços do País, que permitiu constatar que em Março findo, todas as cidades tiveram uma variação positiva face ao mês de Fevereiro. A Cidade de Quelimane destacou-se com um aumento de 3,20%, seguida da Província de Inhambane com 2,28%, das Cidades de Tete com 2,05%, de Maputo com 1,73%, de Xai-xai com 0,33%, de Chimoio com 0,31%, de Nampula com 0,13% e por fim a Cidade da Beira com 0,06%.

Comparativamente a variação acumulada, todos os locais tiveram um aumento de preços. A Província de Inhambane teve o maior aumento do nível geral de preços com cerca de 6,37%, seguida das Cidades de Quelimane com 5,17%, de Tete com 5,15%, de Maputo com 3,84%, de Xai-xai com 2,71%, de Chimoio com 2,10%, de Nampula com 1,09% e da Beira com 0,64%.

Segundo o INE, comparativamente a variação homóloga, todos os locais tiveram um aumento. A Província de Inhambane teve o maior aumento do nível geral de preços com cerca de 15,27%, seguida das Cidades de Quelimane com 13,67%, de Tete com 12,91%, de Chimoio com 10,62%, de Xai-xai com 10,07%, de Maputo com 9,37%, de Nampula com 9,28% e de Beira com 9,28%.

SUBSCREVA O.ECONÓMICO REPORT
Aceito que a minha informação pessoal seja transferida para MailChimp ( mais informação )
Subscreva O.Económico Report e fique a par do essencial e relevante sobre a dinâmica da economia e das empresas em Moçambique
Não gostamos de spam. O seu endereço de correio electrónico não será vendido ou partilhado com mais ninguém.