
O País registou, em Fevereiro de 2023, uma inflação mensal de 0,97%
- A inflação acumulada situou-se em 1,96% e a homóloga em 10,30%.
O INE informa que com base nos dados recolhidos em Fevereiro último, nas Cidades de Maputo, Beira, Nampula, Quelimane, Tete, Chimoio, Xai-xai e Província de Inhambane, comparados com os do mês anterior, indicam que o País registou uma inflação na ordem de 0,97%. A divisão de Alimentação e bebidas não alcoólicas foi de maior destaque, ao contribuir no total da variação mensal com cerca de 0,81 pontos percentuais (pp) positivos.
Analisando a variação mensal por produto, destacam-se, segundo o INE, o aumento dos preços do tomate (11,7%), do milho em grão (9,1%), do ensino superior público (23,3%), do repolho (16,5%), da couve (6,2%), do carapau (1,5%) e da alface (10,0%). Estes contribuíram no total da variação mensal com cerca de 0,87pp positivos.
No entanto, alguns produtos com destaque para o coco (2,6%), a galinha viva (2,4%), o arroz em grão (1,2%), o óleo alimentar (0,8%), o peixe seco (0,5%), os lençóis e fronhas (3,8%) e o gás butano em botija (3,4%), contrariaram a tendência de aumento de preços, ao contribuírem com cerca de 0,14pp negativos no total da variação mensal.
Variação Acumulada: 1,96%
Segundo o INE, os dados do mês em análise, quando comparados com os de igual período de 2022, revelam que o País registou um aumento de preços na ordem de 2,00%. As divisões de Alimentação e bebidas não alcoólicas e de Educação, foram as que tiveram maior aumento de preços ao variarem com 1,52 pp e 0,17 pp positivos respectivamente.
Analisando a variação acumulada por produto, importa destacar o aumento dos preços do tomate, do milho em grão, da alface, do coco, do repolho, do ensino superior público e do feijão manteiga. Estes comparticiparam com cerca de 1,39pp positivos no total da variação acumulada.
Variação Homóloga: 10,30%
Segundo o “Índice de Preços ao Consumidor (IPC), do INE, os dados do mês em análise, quando comparados com os de igual período de 2022, indicam que o País registou um aumento de preços na ordem de 10,35%. As divisões de Alimentação e bebidas não alcoólicas e de Transportes, foram as que tiveram maior aumento de preços ao variarem com 16,71% e 16,50% respectivamente.
Variação por centro de recolha de preços
O INE Analisou a variação mensal pelos oito centros de recolha, que serviram de referência para a variação de preços do País, desse exercício, nota-se que em Fevereiro findo, todas as cidades tiveram uma variação positiva face ao mês de Janeiro. A Província de Tete destacou-se com um aumento de 1,49%, seguida das Cidades de Maputo com 1,34%, de Inhambane com 1,23%, de Chimoio com 0,97%, de Xai-xai com 0,78%, de Quelimane com 0,71%, de Nampula com 0,67% e por fim a Cidade da Beira com 0,47%.
Comparativamente a variação acumulada, todos os locais tiveram um aumento de preços. A Cidade de Inhambane teve o maior aumento do nível geral de preços com cerca de 4,00%, seguida das Cidades de Tete com 3,04%, de Xai-xai com 2,37%, de Maputo com 2,08%, de Quelimane com 1,91%, de Chimoio com 1,79%, de Nampula com 0,96% e da Beira com 0,58%.
Variação acumulada por Centro de recolha
Comparativamente a variação homóloga, todos os locais tiveram um aumento. A Província de Inhambane teve o maior aumento do nível geral de preços com cerca de 13,61%, seguida das Cidades de Quelimane com 12,76%, de Chimoio com 10,90%, de Tete com 10,73%, de Nampula com 10,53%, de Xai-xai com 10,08%, da Beira com 9,86% e de Maputo com 8,00%.
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