• O Director-geral da IMOPETRO, perspectiva a contínua subida do preço de petróleo, devido a vários factores, numa altura em que o referido conflito continua sem fim à vista, escreve Ä Carta”.  

O país despendeu (2) biliões de dólares norte americanos, em 2022, para importar 1.8 milhão de Toneladas Métricas (TM) de combustíveis, contra 936.6 milhões de USD aplicados em 2021, para importar 1.5 milhão de TM de produtos petrolíferos diversos para o consumo nacional.

Os dados foram apresentados pela Importadora Moçambicana de Petróleos (IMOPETRO) e, é  possível que no ano passado, a procura por produtos líquidos no País tenha crescido 300 mil TM, em comparação com o ano anterior.

Segundo escreve “A Carta”, para importar toda a quantidade consumida em 2022 (1.8 milhão de TM), foi necessário gastar duas vezes o que se despendeu em 2021 (936.6 milhões de USD), mais 168 milhões de USD. Isto significa que num ano Moçambique gastou dinheiro que serviria para importar diversos combustíveis líquidos por dois anos.

O Director-geral da IMOPETRO, João Macanja, afirma que a subida elevada da factura de combustíveis deve-se à subida do preço do petróleo no mercado internacional, a partir de finais de 2021, devido à retoma (pós-Covid-19) das economias e o impacto do conflito entre a Rússia e a Ucrânia.

Para este ano, o Director-geral da IMOPETRO, perspectiva a contínua subida do preço de petróleo, devido a vários factores, numa altura em que o referido conflito continua sem fim à vista.  

“A partir de Novembro de 2021, até Outubro de 2022, o preço do petróleo esteve em alta, influenciado pela retoma das economias e a guerra entre a Rússia e a Ucrânia. Para 2023, as previsões indicam que o preço vai subir. Mas nunca se sabe ao certo o que acontece com o petróleo, há muitos factores que jogam o seu papel”, afirmou Macanja.

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