
Moçambique adere a mercado de 100 biliões de dólares anuais
Moçambique aderiu à Organização Internacional do Café (OIC), numa cerimónia realizada esta semana, em Londres, Inglaterra.
O acordo de adesão foi assinado Ministro da Agricultura e Desenvolvimento Rural, Celso Correia, e pela Directora-geral da Organização Internacional do Café (OIC), Vanusia Nogueira, na presença de representantes do sector cafeeiro e supervisão da Associação Moçambicana do Café (AMOCAFÉ).
Moçambique produz seis cafés organização de alto valor biológico e são vendidos no mercado internacional com as seguintes marcas, Nossa Gorongosa, Café Niassa, Chimanimani, Vumba, Manica e lbo.
Celso Correia disse após o acto de assinatura da adesão à OIC tal representa “um marco histórico para Moçambique”.
“O sector do café está a crescer rapidamente e constitui uma parte importante dos nossos planos do futuro para a mudança que desejamos nesta indústria”, realçou.
O ministro explicou que o Governo está a trabalhar em colaboração com os agricultores rurais no apoio à produção e criação de sistemas que asseguram lucros revertam a favor dos agricultores.
“Moçambique quer que as pessoas experimentem como cada gole do seu café conta uma história, um património, paixão e riqueza da terra. Ao escolher o café moçambicano, os consumidores desfrutam de sabor único, apoiam os agricultores nas suas práticas sustentáveis, ajudam a preservar a biodiversidade do país”, afirmou.
Para Coreia, o país orgulha-se de fazer, agora, parte das nações produtoras de café do mundo. “Esperamos que cada vez mais pessoas possam desfrutar do café de Moçambique nos próximos anos”, referiu.
“Moçambique está a entrar nesta organização, afirmando-se como um dos países de referência na produção de café de forma sustentável, particularmente nas áreas de conservação. Mas existe uma oportunidade global que vale mais de US$ 100 biliões de dólares, um mercado de 100 milhões biliões de dólares, que Moçambique pode explorar.
Neste momento, nós estamos a lançar esta cultura em Moçambique, com variedades específicas uma delas, que o mundo não tem, não conhece, é distinta de Moçambique é o café do Ibo.” Disse o governante.
Referindo-se a tendência da cultura, Celso Correia, revelou que mercado moçambicano de café já conta com 11 marcas e 6 delas já no mercado internacional, e em franco crescimento.
“Está a crescer rapidamente e é uma parte importante de nossos planos para o futuro e para a mudança de paradigma que queremos trazer”. Acrescentou.
O nosso Governo está a trabalhar em estreita colaboração com as famílias rurais para apoiá-las nesta nova indústria, e criamos mecanismos que garantem que a grande maioria dos lucros volte para eles. Explicou sobre a atenção que o sector está a merecer por parte do Governo.
“Moçambique orgulha-se de agora fazer parte das nações produtoras de café do mundo”. Sintetizou
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