Moçambique quer diversificar portfólio de projectos com a Índia

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Moçambique pretende diversificar o seu portfólio de projectos com a Índia, tendo em vista atrair mais em presas indianas a investirem no país.

Para efeito, o Executivo moçambicano está a proceder à reforma legal com destaque para a revisão Lei de Trabalho e do Código Comercial, passando a incluir as melhores práticas globais.

Os dados foram avançados ontem, cm Maputo, pelo Ministro da Indústria e Comércio, Silvino Moreno, na abertura da Feira e Exposição de negócios e Investimentos Moçambique Índia, organizada pelo Conselho Indiano de Negócios, tendo como patrono o Alto Comissariado daquele país cm Moçambique.

Silvino Moreno recordou que a Índia é, nos últimos cinco anos, um dois principais parceiro estratégico de Moçambique, posicionando se cm terceiro lugar entre os maiores destinos das exportações, com quase seis mil milhões de dólares.

De igual modo, nos últimos anos, a Índia figura na lista dos dez maiores investidores cm Moçambique, com 119 projectos aprovados.

De acordo com o governante, esta posição está alinhada com a matriz das prioridades da agenda nacional de diversificação da produção abrangendo agricultura, agro-processamento, hidrocarbonetos, comercialização agrícola, energia, logística, indústria farmacêutica e serviços médicos.

“Esta feira e exposição é também sinal de que os investidores e empresários da Índia estão atentos ao nosso esforço de retoma e alavancagem empresarial. A APIEX está à vossa disposição para a devida assistência e acompanhamento na materialização de manifestações de interesse e projectos de investimentos”, disse.

Entretanto, Silvino Moreno aproveitou o encontro para convidar os empresários indianos a investirem na implantação de parques industriais, fábricas de fertilizantes e de produtos farmacêuticos e na transformação e adição de valor nos produtos agro-alimentares, incluindo pesqueiros, para além de outros recursos naturais como grafite, bauxite, madeira, lítio, alumínio, aço, ferro e mármore.

O encontro, que termina hoje, conta com a presença de representantes de instituições do Estado moçambicano, sector empresarial dos dois países, bem como marcas e empresas de ambos os lados, que procuram oportunidades de negócios.

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