
Tony Elumelu Chega a Moçambique Para Impulsionar Investimento e Reforçar o Papel do Sector Privado Africano
O Presidente do grupo United Bank for Africa (UBA) e fundador da Tony Elumelu Foundation visita Moçambique esta semana, no âmbito de uma digressão regional destinada a desbloquear novas oportunidades de investimento e consolidar o africapitalismo como modelo de desenvolvimento sustentável do continente.
- Tony Elumelu visita Moçambique no quadro de uma digressão africana de alto nível;
- O UBA planeia facilitar 50 mil milhões USD em fluxos comerciais e de investimento nos próximos cinco anos;
- A digressão abrange países-chave como Quénia, Congo, Uganda, Ruanda e Zâmbia;
- O conceito de africapitalismo ganha novo impulso, promovendo o sector privado como motor do progresso africano;
- O PIB africano deverá atingir 2,6 biliões USD até 2030, impulsionado pela tecnologia, energia e consumo interno.
O banqueiro nigeriano Tony O. Elumelu, presidente do United Bank for Africa (UBA) e fundador da Tony Elumelu Foundation, chega a Maputo esta semana para uma série de encontros de alto nível com o Presidente da República, líderes empresariais e jovens empreendedores.
A visita insere-se numa digressão estratégica pela África Oriental, Central e Austral e tem como objectivo reforçar o investimento, a inclusão financeira e o empreendedorismo juvenil em Moçambique e no continente.
Um Visionário do Africapitalismo
Reconhecido como um dos mais influentes defensores do africapitalismo, Tony Elumelu defende um modelo de desenvolvimento baseado na liderança empresarial africana, na geração de riqueza local e na parceria entre o sector público e privado.
Segundo o empresário, “a história de África é uma história de imenso potencial, e é hora de assumirmos a responsabilidade por ela”.
O conceito, que combina investimento privado com impacto social, tem orientado a acção do UBA e da Fundação Tony Elumelu, actualmente uma das maiores plataformas de formação e financiamento de empreendedores africanos, com mais de 18 mil beneficiários em 54 países.
UBA: Expansão e Visão Continental
O United Bank for Africa, presente em mais de 20 países africanos, é hoje uma das instituições financeiras mais integradas do continente.
A digressão de Tony Elumelu inclui paragens em Quénia, República do Congo, Uganda, Zâmbia, Ruanda e República Democrática do Congo, países considerados estratégicos para o fortalecimento do comércio intra-africano e das cadeias regionais de valor.
O grupo anunciou recentemente a intenção de facilitar 50 mil milhões USD em fluxos comerciais e de investimento nos próximos cinco anos, consolidando-se como um actor central no financiamento da economia africana e da transição verde.
Moçambique no Radar do Investimento
A passagem por Moçambique reforça o interesse do UBA em apoiar projectos estratégicos nas áreas de energia, infra-estruturas e finanças digitais, sectores com elevado potencial de crescimento.
Fontes institucionais indicam que a visita visa igualmente estimular o investimento do sector privado em áreas alinhadas com a Agenda Africana 2063 e o Plano Nacional de Desenvolvimento de Moçambique.
Elumelu deverá participar em reuniões com decisores políticos e representantes do sector financeiro, além de encontros com jovens empreendedores moçambicanos, no quadro da sua agenda de promoção da liderança empresarial africana.
Uma África Que Quer Falar Por Si
A visita decorre num contexto em que se estima que o PIB africano atinja 2,6 biliões USD até 2030, impulsionado pelas tecnologias emergentes, telecomunicações e indústria do consumo interno.
No recente Livro Branco do UBA, “Banking on Africa’s Future: Unlocking Capital and Partnerships for Sustainable Growth”, Elumelu defende que o futuro de África depende de aumentar o investimento directo em activos verdes, fortalecer o capital humano e garantir autonomia económica continental.
Com esta digressão, Tony Elumelu reafirma a sua posição como um dos rostos mais emblemáticos de uma nova geração de líderes africanos, empenhados em transformar o potencial do continente em prosperidade real e partilhada.
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