O gestor mor dos CFM, afirma que burocratismo já causou perdas, nos últimos meses, na ordem de ZAR 1,5 milhões

Uma série de práticas consideradas contraproducentes que só encontram fundamento no burocratismo, tem estado a causar prejuízos financeiros avultados a companhia ferroviária nacional, CFM, numa altura em que a empresa se empenha em optimizar um série de oportunidades face a crescente demanda e cumprimento de alguns acordos comerciais como sejam o caso  com a congénere sul africana, a Transnet, que preconiza a remoção da fronteira ferroviária em Ressano Garcia.

Agastado com a situação, o PCA dos CFM revelou que locomotivas chegar a paralisar para supostos  procedimentos aduaneiros, mais de 10 horas.

Falando no Workshop decorrido semana última, sobre medidas para melhorar a competitividade do Corredor de Maputo, organizado pelo Ministério dos Transportes e Comunicações,  Miguel Matabele, disse que contrariamente às expectativas, a remoção da fronteira ferroviária não permitiu aumento  dos níveis de produção  e redução de tempo.

O PCA dos CFM, diz que do lado da sua empresa, há varias medidas que já estão a ser implementadas para flexibilizar os processos, tais como a digitalização, a par de investimentos em meios circulantes, mas o burocratismo alfandegário tem se revelado um constrangimento desnecessário e injustificável e que põe em causa a credibilidade do País em matéria de comércio internacional.

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