A CTA, na voz do seu Vice-presidente, Vasco Manhiça, realçou na abertura da 8ª edição da FIKANI, que iniciou ontem, 13 e termina amanha, sábado, 14, o facto de o evento acontecer num período em que “deixamos de ter condicionalismos associados a COVID-19, no qual o sector do turismo foi um dos mais afectados”.
A CTA recordou que o sector demonstrou resiliência face a crise que enfrentou e que deixou mazelas, mas é também um momento de exaltação a Com a pandemia o sector do turismo teve um decréscimo de hospedes de 45% em 2020 face a 2019, e o decréscimo do seu nível de contribuição no Produto Interno Bruto para 1,3% em 2020 comparativamente a 1,6% em 2019.
“Todavia, apraz-nos notar que, actualmente, o sector exibe sinais de recuperação, à semelhança do que sucede com os restantes sectores económicos, havendo elevadas expectativas de que o pacote de medidas de aceleração económica, anunciado pelo Governo, venha revigorar ainda mais esta tendência”. Disse Vasco Manhiça.
Na perspectiva da CTA a 8ª edição da FIKANI é o espelho do Produto Turístico Moçambicano e uma oportunidade para o sector privado, em particular, mostrar toda potencialidade, e a oferta de pacotes e serviços turísticos.
É nesse sentido que a CTA vê a oportunidade da Feira, pela faculdade que tem de ajudar o sector a se posicionar em termos de produtos turísticos e exposição aos mercados nacional, regional e internacional do operadores.
Entre as várias iniciativas em que está envolvida ao nível das reformas do sector, no contexto do diálogo público-privado, a CTA avança com a proposta de criação de um Bureau de Convenções.
para mobilizar conferências e outros eventos de grande magnitude para o nosso país, de modo a aumentar a estadia média de turistas de 2 para pelo menos 4 dias.















