• A OPEP+ concorda em manter a sua já existente política de redução de produção de petróleo antes das sanções da Rússia

A influente aliança de produtores de petróleo concordou, no domingo, 04/12,  em manter a actual política de produção antes do banimento do crude russo pela União Europeia.

Produtores OPEP e não OPEP, um grupo de 23 nações produtoras de petróleo, conhecidas como OPEP+, decidiram continuar com a sua política de redução da produção de petróleo em dois milhões de baris por dia, ou cerca de 2% da demanda mundial, a partir de Novembro até o final de 2023.

Analistas de energia esperavam que a OPEP+ considerasse novos cortes de produção com base nos preços, antes de um possível duplo golpe nas receitas petrolíferas da Rússia.

A União Europeia está disposta a banir todas as importações de crude russo por via marítima a partir de Segunda feira, 05/12, enquanto os EUA e outros membros do G7 irão impor um limite de preço do petróleo que a Rússia vende aos países em volta do mundo.

O Kremlin avisou previamente que qualquer tentativa de imposição de um limite de preço do petróleo russo causará mais danos que bem.

Os preços de petróleo caíram para abaixo de $90 o baril de mais de $120 nos princípios de Junho, antes das potenciais sanções disruptivas ao petróleo russo, enfraquecendo a demanda pelo crude na China e aumentando receios de uma recessão.

Liderado pela Arábia Saudita e Rússia, a OPEP+ concordou, em princípios de Outubro, em reduzir a sua produção em dois milhões de baris por dia a partir de Novembro. Isto acontece apesar dos apelos dos EUA  para que o grupo produzisse mais para baixar os preços dos combustíveis e ajudar a economia global.

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