Dia Internacional dos Arquivos: Passámos do Papel à Cloud e o valor dos ficheiros está cada vez mais elevado, revela Check Point Software Technologies

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  • Actualmente, a maioria das soluções de segurança na cloud não tem o contexto e o processamento necessários para poder determinar as ameaças reais;
  • A Check Point Research regista um aumento anual de 48% nos ciberataques baseados na cloud, com um aumento de 50% na Europa.

A digitalização está a permitir que as empresas de todo o mundo continuem a expandir os seus horizontes para chegar ao topo, mostrando um novo objetivo comum: a cloud. Graças à infraestrutura desta, muitos processos de implementação de ficheiros e aplicações foram drasticamente acelerados, fazendo com que aquilo que costumava demorar dias, ou mesmo semanas, passe a ser feito em minutos.

No âmbito do Dia Internacional dos Arquivos, que se celebra no próximo dia 9 de junho, sexta-feira, a Check Point® Software Technologies Ltd. (NASDAQ: CHKP), fornecedor líder especializado em cibersegurança a nível mundial, surge a destacar alguns dos pontos fortes e fracos da cloud, enfatizando a necessidade de otimizar a segurança e promover a prevenção para enfrentar as ameaças avançadas que este ambiente enfrenta.

De acordo com os estudos da empresa, ao examinar os últimos dois anos do cenário de ameaças de rede sediada na cloud, 2022 mostrou um crescimento significativo de 48% no número de ataques por empresa em comparação com o ano passado, com uma tendência que continua a aumentar para 2023. Um aumento que resulta do facto de as empresas transferirem as suas operações para a cloud, devido à escalada dos processos de transformação digital e à quantidade cada vez maior de dados geridos.

Embora as equipas de segurança continuem a esforçar-se para se manterem online a esta velocidade e magnitude, não é possível dimensionar os recursos, especialmente os recursos humanos, ao mesmo nível que o ritmo acelerado de implementação destas tecnologias exige. Atualmente, a maioria das soluções de segurança centradas na nuvem não tem o contexto necessário para poder determinar e abordar ameaças reais, aumentando o nível de risco para estas infraestruturas.

 Por todas estas razões, a Check Point Software partilha os pilares fundamentais para que qualquer empresa consiga uma segurança robusta na cloud:

Segurança em primeiro lugar: é importante manter o foco na cibersegurança mesmo antes de dar o salto para a cloud. A criação de proteção e a garantia de conformidade no início do ciclo de vida do software, bem como a realização de verificações de segurança contínuas durante o processo de implementação, podem ajudar a encontrar e corrigir vulnerabilidades numa fase inicial.

Controlos de segurança Zero Trust: os recursos e aplicações importantes para a empresa devem ser implementados em seções logicamente isoladas da rede de cloud do fornecedor, como a rede privada virtual (AWS e Google) ou a vNET (Azure). Para microssegmentar as cargas de trabalho umas das outras, as sub-redes com políticas de segurança granulares devem ser usadas em gateways de sub-rede. Além disso, as configurações de roteamento estático definidas pelo utilizador devem ser usadas para personalizar o acesso a dispositivos virtuais, redes virtuais e seus gateways, e endereços IP públicos.

Gestão de vulnerabilidades: as políticas de monitorização garantem que a sua implementação está em conformidade com a integridade do código da empresa. Estas medidas alertá-lo-ão para desvios e podem bloquear a implementação de elementos não autorizados. Devem ser implementados processos de correção para alertar a equipa de desenvolvimento para ficheiros incompatíveis e aplicar ações de correção adequadas. Além disso, devem ser incorporadas ferramentas de análise de vulnerabilidades e a lista de materiais do software (SBOM) para identificar rapidamente os componentes com vulnerabilidades importantes.

Evitar a configuração incorreta através de uma análise contínua: os fornecedores de segurança na cloud fornecem uma gestão robusta da postura de segurança, aplicando sistematicamente normas de controlo e conformidade aos servidores virtuais. Isto ajuda a garantir que estão configurados de acordo com as melhores práticas e devidamente segregados com regras de controlo de acesso.

Proteção ativa e com várias camadas: o tráfego malicioso deve ser impedido de chegar aos servidores de aplicações Web. A instalação de uma firewall pode atualizar automaticamente as regras em resposta a alterações no comportamento do tráfego. Além disso, é necessário manter a proteção dos dados com encriptação em todos os níveis de partilha de ficheiros e comunicações, bem como a gestão contínua dos recursos de armazenamento de dados.

Deteção de ameaças em tempo real: os fornecedores terceiros de segurança na cloud acrescentam contexto, cruzando de forma inteligente os dados de registo com dados internos, sistemas de gestão de ativos e de configuração, scanners de vulnerabilidades, dados externos, etc. Os algoritmos de deteção de anomalias baseados em IA são aplicados para identificar ciberataques desconhecidos, que são depois sujeitos a análise para determinar o seu perfil de risco.

“Estas soluções de segurança devem continuar a evoluir para incorporar as novas tecnologias que a cloud possibilita, automatizando-as ao máximo para simplificar a sua utilização e torná-las tão dinâmicas como a própria cloud”, explica Marla Mendes, responsável pela Check Point Software Technologies no mercado moçambicano. “É essencial que as empresas invistam em cibersegurança para ajudar os seus gestores a mudar e a adaptar a sua abordagem às suas necessidades e à evolução das suas infraestruturas de cloud.”

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