LAM: Avaliação da situação real já foi concluída e todas as opções estão em aberto

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  • Governo quer uma solução sustentável a curto prazo
  • Na ADM constatam-se progressos nas reformas em curso

Já foi concluído o trabalho de avaliação da situação real da companhia aérea nacional, LAM, incluindo as propostas das opções estratégicas para a reestruturação da empresa, decorrendo nesta altura a análise e a validação dos resultados do trabalho, que deverá a ser submetido para a decisão do Governo, sobre a opção mais ajustada aos objectivos da empresa.

Ao que tudo indica, essa decisão deverá ser tomada em breve, ou seja, até Março, o futuro da LAM deverá ficar conhecido. Isso mesmo deu a entender, o Ministro dos Transportes e Comunicações, Mateus Magala, no final da visita de trabalho efectuada à empresa, no final da última semana

 Mateus Magala, não avançou as conclusões do estudo realizado, mas assegurou que todas as opções estão em cima da mesa, quer seja a privatização ou uma solução intermedia, mas o ponto é que qualquer uma das opções deverá ter um aspecto indiscutível: a sustentabilidade, financeira e operacional.

“Deverá ser tomada a decisão sobre a opção a ser implementada, por forma a tornar a LAM numa empresa que orgulha a todos moçambicanos, através da sua eficiência, ao mesmo tempo que gera recurso para a sua sustentabilidade e proveitos financeiros para o Estado”. Disse o Ministro.

Especificou ainda Mateus Magala sobre a decisão a ser tomada:  ” Vai ser uma linha simples, que nos orgulha, sustentável e, acima de tudo, que não seja um centro de custos para o Governo”, frisou.

Na empresa Aeroportos de Moçambique (ADM), o Ministro disse ter constatado progressos nas reformas em curso, desde a reabilitação e manutenção das infra-estruturas, atendimento, entre outros aspectos, decorrendo investimentos para a melhoria do atendimento das necessidades dos passageiros, como a climatização das salas de embarque e desembarque de passageiros, consolidação da emissão do visto electrónico, entre outros aspectos.

Os principais desafios, apontou o Ministro Magala, são a necessidade de a ADM privilegiar a manutenção preventiva das infra-estruturas e dos equipamentos, para evitar permanente investimento pela frequente substituição, formação e valorização dos quadros, entre outros.

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