O Presidente da África do Sul ordenou o exército para se posicionar junto a centrais eléctricas, uma vez que o roubo e a sabotagem aumentam a incapacidade da empresa estatal Eskom de satisfazer a procura de electricidade.

Um total de 880 membros da Força Nacional de Defesa da África do Sul serão destacados para estações em todo o país até 17 de Outubro, disse o porta-voz presidencial Vincent Magwenya em um comunicado no sábado. As fontes revelam que cerca de 2.700 membros teriam sido já destacados de 17 de Março a 17 de Abril.

Andre de Ruyter, ex-chefe da concessionária de energia estatal da África do Sul, estimou que a Eskom tem perdasm, devido a roubos, mil milhões de rands (55 milhões de dólares) por mês.

O Ministro da Electricidade, Kgosientsho Ramokgopa, anunciou, em Abril, planos a serem implementados nos próximos seis meses, para limitar os cortes de energia que paralisaram a África do Sul – incluindo o combate à criminalidade e a redução da sabotagem de infra-estrutura na Eskom.

A Eskom cortou 4.000 megawatts de capacidade de geração de energia da rede do país no sábado devido à nova quebra de unidades geradoras, disse a empresa em um tweet.

A última redução foi implementada às 5h e está prevista para ocorrer até as 4h (horário local) de 6 de Maio.

Na sexta-feira, 5 de Maio, o Supremo Tribunal da África do Sul decidiu que todos os hospitais e clínicas governamentais, escolas públicas e edifícios da polícia do país devem ser poupados de cortes de energia.

O Ministro das Empresas Públicas, Pravin Gordhan, deve “tomar todas as medidas razoáveis no prazo de 60 dias” para evitar a interrupção do fornecimento de electricidade devido aos apagões rotativos implementados pela empresa estatal Eskom, de acordo com uma decisão de três juízes do tribunal de Pretória.

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