• Agricultores da África do Sul poderão contribuir para a formação de agricultores de diversas regiões moçambicanas

Representantes do sector ao nível do Província sul africana de Mpumalanga, a  União Nacional dos Farmeiros da província de Mpumalanga, (NAFU) e Federação Nacional de Associações Agrárias de Moçambique (FENAGRI) rubricaram um memorando de entendimento que expressa a vontade de ver aumantada e dinamizada a cooperação, tendo em perspectiva o melhoramento dos níveis de produtividade.

 O memorando foi rubricado a quando da visita de três dias que uma delegação da NAFU), realizou a Moçambique, na última semana, na qual esteve igualmente integrada a Federação dos Câmaras de Comercio e Indústria da mesma região (NAFCOC). O Entendimento cobre os domínios da agricultura, agronegócio, pecuária, silvicultura, piscicultura, entre outras áreas de interesse mútuo.

Na ocasião, o Presidente da FENAGRI, Hernâni Mussanhane, destacou o que motiva as duas organizações, ou seja, o melhoramento do ambiente de cooperação e promover o crescimento económico de ambos países.

De acordo com Mussanhane, no âmbito do entendimento chegado com os sul africanos, espera-se que os produtores nacionais venham a se beneficiar de formação, facilidades de acesso aos mercados sul-africanos, assim como a identificação de áreas de interesse comum com vista a criação de uma agenda bilateral.

No âmbito da cooperação com a contraparte sul-africana, espera-se a realização de investimentos em terras moçambicanas por parte dos farmeiros daquele país, envolvendo as associações da Moamba, Sábiè e de Chókwè com as províncias de Mpmalanga e Limpopo, na África do Sul. Só de Moamba estima-se entre 1500 e 2000 o numero de agricultores que poderão se beneficiar da formação.

O Presidente do FENAGRI disse serem necessários investimentos para que haja uma grande diferença a nível da produção, assim como de melhoria de transferência de tecnologias.

Por sua vez, o Presidente da NAFU, Jabulani Mahlangu, referiu-se a existência de farmeiros que já manifestaram disponibilidade em trabalhar com os produtores moçambicanos.

Destacou que no âmbito da cooperação entre ambos os organismos pretende-se criar facilidades para a troca de experiencias, retirando benefícios a partir do protocolo de livre comércio existente a nível da Comunidade de desenvolvimento da África Austral (SADC).

Mahlangu destacou, por outro lado, a necessidade de facilitar a movimentação de camiões que transportam produtos frescos, muitas vezes alvo de barreiras que levam ao extremos de causar deterioração dos produtos.

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