
Suspensão do apoio directo ao OE deveu-se a questões de transparência, governação e gestão da dívida
– Esclarece o Banco Mundial, e diz ainda que o apoios estão apenas no início.
Havendo necessidade de prevenir a ocorrências de situações como foi o caso do escândalo das dividas ocultas, o Banco Mundial deixou de prestar apoio directo ao orçamento do Estado, como também o fizeram muitos outros parceiros de desenvolvimento. Houve necessidade de “parar e focalizar a atenção nas questões de transparência, governação e gestão da dívida. Disse a Directora do Banco Mundial para Moçambique, Idah Pswarayi-Riddihough, numa entrevista exclusiva ao “Semanário Económico”, transmitida ontem, 14 de Setembro, através das redes sociais.
“A nossa intervenção agora significa que estamos muito confortados com o que o Governo está a fazer para criar o ambiente necessário para que as instituições possam realmente gerir este risco no futuro”, frisou Idah Pswarayi-Riddihough, que acrescentou que os apoios anunciados estão apenas no início.














