
- Os resultados alcançados, este ano encorajam a continuidade da implementação da Estratégia Nacional de Fortificação de Alimentos (2023-2027), que prevê a venda de produtos com maior proveito nutricional através da adição de micronutrientes no sal, açúcar, farinha de milho e óleo alimentar.
O Secretário Permanente do Ministério da Indústria e Comércio, Jorge Jairoce, assegurou, há dias, que a execução de actividades projectadas para este ano está acima de 100 por cento, facto que melhora o estado nutricional dos moçambicanos.
Falando no balanço anual do Programa Nacional de Fortificação de Alimentos, Jorge Jairoce detalhou que este ano a indústria nacional garantiu a produção de cerca de 133.1 mil toneladas de farinha de milho, 228 mil de trigo, 108,8 mil de óleo alimentar, 292.5 mil de açúcar e 130.1 mil de sal iodado.
Para o dirigente, estes factos demonstram que o Governo continua a considerar a indústria um foco para a diversificação de alimentos, em particular as farinhas de milho e de trigo, óleo alimentar, açúcar, sal e arroz.
“A produção de alimentos fortificados constitui a espinha dorsal do programa de fortificação. Ao longo dos anos foram alcançados marcos significativos na produção e distribuição de alimentos com nutrientes essenciais”, assegurou.
Jairoce disse que o Executivo considera a necessidade de garantir a plena implementação da legislação e estabeleci mento de um sistema robusto de monitoria, avaliação, fiscalização e informação relativa à produção a todos os níveis para aumentar a cobertura do programa.
Por sua vez, a coordenadora do Programa Nacional de Fortificação de Alimentos, Eduarda Mungoi, assinalou a existência de um plano de contribuir para o aumento da cobertura do consumo de alimentos fortificados numa fasquia acima de 80 por cento, até 2027.
Entretanto, lamentou que em Moçambique, das pouco mais de 500 indústrias existentes, apenas 162 apostarem na fortificação, exortando, por isso, o incremento do número de intervenientes envolvidos nesta causa.
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