Daniel Chapo Reafirma Aposta no Diálogo Público-Privado e Valida Agenda de Reformas da Nova Liderança da CTA

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Questões-Chave:

  • Presidente da República recebeu nova liderança da CTA a 8 de Julho de 2025;
  • Álvaro Massingue apresentou cinco pilares estratégicos para o mandato;
  • Governo valida datas do CMAN (25 de Julho) e da CASP, presidida pelo PR;
  • Chefe de Estado exorta o sector privado a liderar o processo reformista;
  • Lema validado: “Reformar para tornar as empresas nacionais competitivas”.

O Presidente da República, Daniel Chapo, recebeu a nova direcção da Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) e reiterou o compromisso com o diálogo público-privado, validando a agenda de reformas e a visão estratégica do sector empresarial para os próximos anos.

Numa audiência realizada no dia 8 de Julho de 2025, o Chefe de Estado moçambicano, Daniel Chapo, acolheu a nova liderança da CTA – Confederação das Associações Económicas, agora sob presidência de Álvaro Massingue, num encontro que visou consolidar o alinhamento entre o Governo e o sector privado no quadro do Diálogo Público-Privado (DPP).

Durante a reunião, o novo Presidente da CTA apresentou a visão estratégica para o mandato 2025–2028, assente em cinco pilares fundamentais:

  1. Reformas Económicas Estruturantes;
  2. Desenvolvimento Associativo e Institucional;
  3. Participação do Sector Privado nas Infraestruturas e Serviços Públicos;
  4. Promoção de PME, Mulheres e Jovens Empresários;
  5. Desenvolvimento do Capital Humano e Conteúdo Local.

A audiência serviu também para destacar dois marcos centrais do DPP: o Conselho de Monitoria do Ambiente de Negócios (CMAN), a realizar-se a 25 de Julho, e a Conferência Anual do Sector Privado (CASP), reconhecida como o maior fórum de diálogo entre o Governo e os empresários, tradicionalmente presidida pelo Chefe de Estado.

“O Governo está pronto a colaborar com o sector privado para atrair investimentos, expandir a produção nacional e impulsionar as exportações”, declarou o Presidente Chapo, sublinhando que “é ao sector privado que cabe liderar este processo, apresentando propostas concretas, alinhadas com os desafios diários”.

Neste espírito, o Presidente da República validou o lema proposto para o mandato da CTA“Reformar para tornar as empresas nacionais competitivas” — alinhando-o com os desígnios da política económica nacional.

Este encontro institucional reforça não apenas a legitimidade da nova liderança da CTA, mas também a necessidade de um sector privado mais propositivo e articulado, que contribua de forma activa para a formulação de políticas públicas e o relançamento do ambiente de negócios em Moçambique. Com o apoio explícito do Presidente, o desafio agora é passar das intenções às acções concretas que traduzam reformas em competitividade real e crescimento inclusivo.

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