
Espera-se maior contracção da actividade económica até ao final de 2020, seguida por uma retoma branda em 2021
A nível interno, as restrições impostas no âmbito da prevenção da COVID-19 e a instabilidade militar, sobretudo na zona norte do país, poderão afectar severamente o desempenho económico em 2020, num contexto em que a procura externa para os produtos nacionais está cada vez mais baixa. Para 2021, espera-se uma retoma suave do crescimento, assente na normalização gradual da pandemia. No primeiro trimestre de 2020, a economia cresceu 1,7%, após 1,5% no último trimestre de 2019.


















