
Fábrica de GPL projecta reduzir importações do combustível em 70%
Dezoito meses depois do início da empreitada, o Projecto PSA está pronto para fornecer gás à Central Térmica de Temane (CTT), através da Infra-estrutura de Gás Inicial (IGF), a qual, recentemente, recebeu do Instituto Nacional do Petróleo (INP) a respectiva licença operacional.
“O desenvolvimento realça o empenho e a eficiência das equipas envolvidas, vislumbrando-se um futuro energético ainda mais robusto e sustentável para Moçambique”, refere a Sasol.
As obras de construção da Fábrica de GPL estão a avançar a um ritmo satisfatório, com 62% do projecto já concluído. A infra-estrutura, quando operacional, permitirá ao País reduzir significativamente a dependência de importações de gás de cozinha, estimando-se uma diminuição na ordem dos 70%, reforçando assim a soberania energética nacional.
O Ministro dos Recursos Minerais e Energia, Carlos Zacarias, que efectuou recentemente uma visita ao sitio do projecto, pôde confirmar os progressos na construção Central Térmica de Temane (CTT), empreendimento que nesta altura apresenta um grau de execução de 21.3%.
Trata-se de um projecto que irá gerar 450MW de electricidade, através do gás de Pande e Temane, e é considerada a maior central eléctrica construída após a independência. Através do projecto fortalecerá ainda mais a rede nacional, contribuindo, desse modo, no desenvolvimento económico e social de Moçambique.
A Vice-Presidente Executiva para o Negócio de Energia da Sasol, Priscillah Mabelane, destacou a contribuição da Sasol para a agenda de transição energética e para a monetização do gás no país. “A nossa parceria na implementação destes projectos é uma prova do nosso compromisso com o crescimento sustentável de Moçambique. Estamos a caminhar a passos largos para concretizar a visão de um Moçambique mais auto-suficiente e energicamente seguro, através do gás de Temane, o que também representa uma importante contribuição para a pauta transição energética.”
Numa outra perspectiva, o projecto PSA também tem sido um catalisador para o emprego, dinamizando o mercado de trabalho em Inhambane e em Moçambique como um todo. Até à data, o projecto conta com aproximadamente 2 600 trabalhadores moçambicanos e 537 estrangeiros, números que ressaltam o impacto positivo do projecto na economia local. A expectativa é que, à medida que as obras de construção de grande intensidade laboral se aproximem do fim, o número de trabalhadores comece a diminuir a partir de Maio de 2024.
“A Sasol continua empenhada em trabalhar com o Governo de Moçambique, a ENH, a EDM, a Globeleq e outros parceiros para concluir com êxito estes projectos, que prometem impulsionar o crescimento económico em Moçambique.”
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