
Millennium bim celebra a riqueza da arte moçambicana: Uma jornada entre cores, formas e vozes
Nas vibrantes paredes do Centro Cultural Franco Moçambicano, onde a história e a modernidade de Moçambique se encontram, o Millennium bim apresenta ao público a sua primeira exposição de uma série dedicada à arte moçambicana, sob o título evocativo “Entre Cores e Formas: Pluralidade de Vozes”. Trata-se de uma homenagem não apenas à criatividade de um povo, mas também ao compromisso do banco com a preservação da cultura como pilar essencial para o desenvolvimento social.
Esta exposição é um verdadeiro tesouro de criações, uma coletânea de nomes que têm inspirado gerações: Malangatana, Bertina Lopes, Estévão Mucavele, Shikani, Naguib, e Eugénio de Lemos, cada um com uma história única, contada através de suas pinceladas, formas e texturas. É também um espaço onde a voz de novos talentos, como Jacob Estêvão, José Pádua, Victor Sousa e João Paulo, ecoa ao lado dos mestres, ampliando o leque de estilos e perspectivas que retratam a essência da arte moçambicana.
Moisés Jorge, Presidente do Conselho de Administração do Millennium bim, traduz em palavras o sentido mais profundo dessa iniciativa: “Nestes 29 anos da nossa história, acreditamos que a arte não é apenas uma ponte que conecta gerações, mas um farol que ilumina o caminho para o desenvolvimento sustentável de Moçambique.” A exposição, então, não é apenas uma mostra de obras; é uma celebração de um legado artístico que pulsa com a alma do país. Cada obra exposta é um convite para mergulhar nas múltiplas narrativas que moldam a cultura moçambicana, desde os contornos das tradições mais antigas até as expressões contemporâneas mais ousadas.
Um encontro entre gerações e estilos
A curadoria da exposição foi desenhada com o cuidado de quem cultiva um jardim raro. Cada obra encontra o seu espaço para respirar, para dialogar com as demais, para contar uma parte da história coletiva de Moçambique. As cores vibrantes, as formas audazes e as texturas complexas são reflexo de um povo cuja herança é tão rica quanto resiliente, um povo que encontra na arte uma forma de manter viva a sua identidade.
Aberta ao público até 9 de Novembro, a mostra celebra também uma parceria estratégica entre o Millennium bim e o CCFM, que firmaram um protocolo em Julho deste ano para a promoção da cultura em Moçambique. Juntos, criam um espaço de valorização da arte moçambicana, acessível a todas as comunidades, reforçando o apoio do banco à preservação e divulgação das artes plásticas do país.
Mais Moçambique pra mim: O compromisso com a cultura e a identidade
A exposição faz parte do Programa de Responsabilidade Social do Millennium bim, “Mais Moçambique pra Mim”, um gesto de amor e dedicação à cultura moçambicana. Este programa, especialmente o seu pilar dedicado à cultura, é uma promessa de contribuir para que a arte e a história de Moçambique continuem a ser uma força viva, inspiradora e transformadora. A exposição, com sua pluralidade de vozes e visões, serve como uma janela para o coração de Moçambique, um convite a todos para reconhecer, apreciar e celebrar as riquezas artísticas que fazem parte da identidade do país.
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