A produção de minerais em Moçambique registou um crescimento significativo, entre 2021-2022, destacando-se no grupo de minerais metálicos, ouro 56.7%, rutilo 49.6% e concentrado de areias pesadas 75.6%), nos minerais não metálicos (berilo 314.6%, grafite 324.7% e quartzo diverso 628.1%), pedras preciosas e semi-preciosas (turmalinas 2333.8% e rubi 213.5%) e minerais combustíveis (carvão coque 22.7% e carvão térmico 58.6%). As melhorias, indicada no Relatório da Indústria Extractiva, 2020-2021, do Ministério dos Recursos Minerais e Energia (MIREME), deveram-se ao melhoramento das capacidades técnicas de produção, retoma das operações de empresas de mineração outrora impactadas negativamente pela pandemia da COVID-19 e maior controle das actividades de mineração artesanal assim como acções de rastreio da Unidade de Gestão do Processo Kimberley.

Com efeito, indica o estudo do MIREME, o grupo de minerais não metálicos e minerais combustíveis registou maior volume de produtos exportados.

“Verificou-se um decréscimo das vendas no mercado interno de 2020-2021, nomeadamente; carvão térmico (53.6%), calcário (60%), pedra para construção (78.5%) e argila (96.1%); um aumento de 293.5% de diatomite e areia para construção em 9.5%”.

Em relação aos hidrocarbonetos, a produção de gás natural registou, no período em análise, um aumento de 1.2% e uma queda de 5.3% na produção do gás condensado; a exportação de gás natural reduziu em 0.4% e o gás condensado em 3,7%; a venda no mercado interno apresentou um crescimento em 1.4% entre o ano de 2020 e 2021.

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