As Receitas totais do INSS situaram-se em 15.740.407.137MT, tendo aumentado em 5,08% comparativamente ao ano anterior (2019:14.978.751.269MT), sendo que o valor relativo do crescimento e decréscimo é a média da ponderação das variações entre as receitas, nomeadamente, de contribuições, de vendas, financeiras correntes, suplementares, acção sanitária e social, outras receitas e de Resultados Extras na ordem de 6,75%, 53,46%, 11,76%, -22,10%, -20,34%, -52,16% e -35,47%, respectivamente, conforme o gráfico 6 abaixo.

Importa referir que a receita de 2019, foi reajustada de 14.227.126.307MT para 14.978.751.269MT, cuja origem deste fenómeno deve – se a não inclusão de receitas extraordinárias no período acima citado.

Fonte: Relatório e Contas 2020/INSS

De referir que as contribuições constituem a principal fonte de receita do Sistema de Segurança Social Obrigatória gerido pelo INSS.

O INSS indica no seu Relatório e Contas 2020 que  continua a privilegiar a rentabilização dos investimentos efectuados nos períodos anteriores, sendo que no exercício de 2020 as despesas com investimentos registaram uma execução de 4.200.281.691MT, subdivididas em Despesas de Capital Produtivo que tiveram uma execução de 3.885.630.571MT constituídas, fundamentalmente, pela Subscrição e realização das acções da REVIMO – Rede Viária de Moçambique, construção do edifício da Delegação Distrital de Matutuine, compra de obrigações e bilhetes tesouro e constituição de Depósitos a prazo.  Sendo que as despesas de Capital de funcionamento tiveram uma execução de 314.651.119MT.

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