Gastos da Europa com crise energética se aproximam de 800 biliões de euros

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O projecto de lei dos países europeus para proteger famílias e empresas do aumento dos custos de energia subiu para quase 800 biliões de euros, revelaram pesquisadores nesta segunda-feira, 13/02, de Fevereiro, pedindo aos países que sejam mais direccionados em seus gastos para enfrentar a crise energética.

Os países da União Europeia já destinaram ou alocaram 681 biliões de euros em crise energética, enquanto o Reino Unido alocou 103 bilhões de euros (110,00 biliões de dólares) e a Noruega 8,1 biliões de euros (8,65 bilhões de dólares) desde Setembro de 2021, de acordo com a análise do Think Tank Bruegel.

O total de 792 biliões de euros (845,86 biliões dólares) se compara a 706 biliões de euros (754,01 bilhões de dólares) na última avaliação de Bruegel em Novembro, à medida que os países continuam durante o inverno a enfrentar as consequências da Rússia ter cortado a maioria de suas entregas de gás para a Europa em 2022.

A Alemanha liderou o gráfico de gastos, alocando quase 270 biliões de euros (288,36 biliões de dólares) – uma soma que eclipsou todos os outros países. Grã-Bretanha, Itália e França foram os próximos mais altos, embora cada um tenha gasto menos de 150 biliões de dólares (160,20 bilhões de euros). A maioria dos Estados da UE gastou uma fracção disso.

Numa base per capita, o Luxemburgo, a Dinamarca e a Alemanha foram os que mais gastaram.

Os gastos destinados pelos países à crise energética estão agora no mesmo patamar que o fundo de recuperação da COVID-19 da UE, de 750 biliões de euros (801 biliões de dólares).

A actualização dos gastos com energia ocorre num momento em que os países debatem propostas da UE para afrouxar ainda mais as regras de auxílios estatais para projectos de tecnologia verde, à medida que a Europa procura competir com subsídios nos Estados Unidos e na China.

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