Cerca de oito mil jovens foram inscritos em todo o país no programa de estágios pré-profissionais, com vista a aperfeiçoar as suas competências e facilitar o seu recrutamento e inserção no mercado de trabalho.

A informação foi prestada ontem pelo director-geral do Instituto Nacional de Emprego (INEP), Juvenal Dengo, durante o Seminário de Divulgação do Regulamento de Estágios Pré-Profissionais. 

Segundo o Diretor, o evento foi realizado com o objectivo de divulgar o regulamento aprovado em 2021 pelo Conselho da Juventude e Emprego.

Acrescentou que o documento elaborado visa garantir a eficácia dos programas e integrar a administração pública como acolhedora de jovens para a transição da formação.

Juvenal Dengo disse que o regulamento abriu espaço para que as empresas públicas recebam estagiários, pois antes o INEP trabalhava apenas com o sector privado, sendo que há cada vez mais jovens que procuram por estas oportunidades.

“Temos no País milhares de jovens formados que atingem a idade activa e precisam de ocupação, mas sem ter passado pelo estágio por vezes tornasse complicado, pois é preciso ter capacitação previa no meio laboral para aperfeiçoar as suas competências”, disse. 

O Director afirmou que no ano passado houve divulgação do programa de estágios nas instituições de ensino técnico profissional e universidades, como o objectivo de fazer conhecer o regulamento aos estudantes.

Dengo disse que o regulamento traz inovações, como o facto de o tempo de. Adaptação laboral passar a constar como experiência profissional, alarga a idade de estágio ate aos 40 anos e a. necessidade de um orientador para os jovens durante este período. 

A proposta de lei traz ainda como novidades, a integração nos estágios de cidadãos estrangeiros que estudam no país e o incentivo que deverá ser dado às empresas que admitem estagiários, consoante o úmero e renumeração a estes dada.

Participaram no evento representantes de vários ministérios, institutos públicos, gestores de recursos humanos, Autoridade Tributaria (AT), Confederações das Associações Económicas (CTA), Organização dos Trabalhadores de Moçambique (OTM-CS), empresas públicas e privadas.

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