Nedbank Moçambique: Transformação no modelo de negócio por detrás da rentabilidade e eficiência

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O CEO do Nedbank Moçambique, Joel Rodrigues, afirma, no contexto da divulgação dos resultados intercalres 2023 do banco, que “apesar de uma conjuntura económica desafiante durante este primeiro semestre de 2023”, a instituição financeira está muito satisfeita não só com os resultados alcançados mas, sobretudo, “com o ritmo de transformação, evolução e resiliência que o Nedbank Moçambique apresentou.

“Naturalmente, este desempenho só foi possível com o grande apoio e lealdade dos nossos clientes, bem como com o compromisso dos nossos colaboradores”.  Frisou

O Nedbank Moçambique apresentou um forte desempenho financeiro, com um resultado líquido de MZN 402 milhões, um incremento de 19% face ao período homólogo (MZN 338 milhões).

Segundo o Banco, a transformação em curso do modelo de negócio tem permitido assegurar maior rentabilidade e eficiência, suportado em inovação e foco no serviço ao cliente, aliado ao esforço contínuo de redução de custos com uma melhoria do rácio de eficiência (CTI, cost to income), fixando-se em 57,6%, contra 57,7% registados em 2022, e de consistente aprimoramento do controlo do risco do Banco, reflectido no nível de NPL (non-performing loans), dos mais baixos do sistema financeiro.

Os resultados, que representam um novo marco histórico, foram impulsionados por um forte crescimento no produto bancário, que alcançou MZN 1,7 biliões, graças ao foco na rentabilização do balanço, no crescimento da carteira de depósitos, em 13,7%, e na manutenção dos níveis da carteira de crédito com um nível de NPL (6,39%) que compara muito favoravelmente com o sector e uma cobertura de imparidade no crédito de 101%.

O Banco reivindica que tem uma carteira de crédito sólida, faz uma boa gestão de liquidez com níveis muito confortáveis, acima dos requisitos regulamentares, o que resultou em rácios de capital robustos, um rácio de solvabilidade de 20,8%, confortavelmente acima do rácio regulamentar de 12,0%, e uma rentabilidade dos capitais próprios (ROE, return on equity) que cresce para 16,8%.

“Ao longo do segundo semestre continuaremos empenhados em cumprir o nosso propósito: usar o nosso expertise financeiro para o bem dos indivíduos, das famílias, dos negócios e da sociedade, ambicionando ser a melhor referência bancária no país”, ajustou o CEO Joel Rodrigues.

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