
Seguradoras instadas a alargar o campo de actuação, estas querem melhor ambiente de mercado, pedem reformas
- O serviço de seguro em Moçambique abrange apenas 1,8 por cento da economia nacional, a Vice-ministra da Economia e Finanças, Carla Louveira, desafia o sector a alargar o seu campo de actuação.
Os operadores do sector segurador afirmam que um melhor desempenho da actividade, uma realização muito maior do seu potencial, e atendimento eficiente da demanda actuais e futuras do mercado exigem que o quadro regulador do sector seja reformado, o que permitira uma maior alcance, competitividade, produtividade e eficiência nos serviços de seguros. Para que esse aconteça, dizem as seguradoras e outros intervenientes da cadeia de valor, como as correctoras e resseguradoras, é preciso reformar o quadro legal que regula a actividade do sector por se mostrar desajustado a actual dinâmica, desafios e perspectivas que o sector apresenta
A Conferência Anual da Associação Moçambicana de Seguradoras (AMS), teve o mérito de expor de uma forma mais pronunciada a realidade e os desafios da actividade seguradora no País. No computo geral ficou destacado que o mercado segurador conta actualmente com 19 instituições seguradoras, das quais 13 do ramo não vida, dois do ramo vida e quatro explorando os dois ramos, bem como três micros seguradoras, uma resseguradora, sete sociedades gestoras do fundo de pensões, 128 correctores de seguros, cinco correctores de resseguros e 30 agentes de sociedade comercial.
A taxa de penetração dos seguros na economia é de parcos 1,85 por cento e uma média dos últimos cinco anos, da taxa de crescimento de prémios brutos emitidos de 9,2 por cento.
São dados que revelam que a actividade seguradora tem ainda muito espaço por preencher na economia e na sociedade. As autoridades do sector estão cientes disso, por isso apontam os desafios
“Primeiro, a educação financeira do consumidor; segundo, o desenvolvimento do seguro inclusivo; terceiro, contribuir para a integridade financeira do sector de seguros, através da melhoria de mecanismos de controlo do branqueamento de capitais e financiamento ao terrorismo; quarto, assegurar a transformação digital do mercado de seguros e quinto, consolidar os mecanismos de protecção dos bens e infra-estruturas públicas, cuja iniciativa se materializou com a contratação, em 2022, pela primeira vez, do seguro de riscos paramétricos contra desastres naturais”, afirmou a Vice Ministra da Economia e Finanças Carla Fernandes Louveira
A Associação Moçambicana de Seguros (MAS) lembra a sua resiliência diante da Covid-19 e diz estar pronta para alargar os seus serviços. O Presidente da AMS, Ruben Chivale
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