Consumidores passarão a avaliar sistematicamente marcas, produtos e serviços

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  • Sistema de avaliação de produtos, marcas e brands feita pelos consumidores chegou pela primeira vez a Moçambique, com o lançamento, hoje, (05/10), do concurso ESCOLHA N.1 DO CONSUMIDOR,

Nos últimos tempos, o perfil do consumidor mudou, com o avanço das tecnologias de informação e comunicação, o consumidor tornou-se ainda mais exigente, , informado, desconfiado e crítico em relação aos produtos e serviços que consome. Ou seja, o consumidor quer produtos e serviços cómodos, colaborativos e que o identifiquem , e que o motivem.

Diogo da Cunha, Director Comercial da Escolha do Consumidor em Moçambique

Segundo Diogo da Cunha, Director Comercial da Escolha do Consumidor em Moçambique, a iniciativa avalia as empresas, o desempenho dos seus produtos e das suas marcas.

A nível nacional, vamos escolher quem é que o consumidor acha que está no topo da lista dos vários produtos e serviços existentes em Moçambique”. Disse Diogo da Cunha.

O sistema chega pela primeira vez a Moçambique e inicia uma nova era para os consumidores, permitindo-lhes avaliar, reconhecer e premiar as marcas que verdadeiramente os cativam e superam as expectativas e, todas as empresas interessadas podem fazer parte, com destaque para a bança, seguradoras, ramo alimentar e bebidas.

“Neste momento ainda estamos em fase de fechar. Mas a banca, obviamente, é um sector muito importante, o sector automóvel, os seguros, bebidas, serviços como segurança e hotelaria. Tudo que tenha consumidor pode ser elegíveis para este prémio. Todas as empresas são livres de entrar. Neste momento, estamos a contactar todos os sectores como banca, indústria, produtos de grande consumo, supermercados. Portanto, é aberto a todo o tipo de produtos e serviços existentes no mercado moçambicano”. Enumerou.

As inscrições para a avaliação a ser feita exclusivamente pelo consumidor já arrancaram.

“Portanto, nós queremos fechar as empresas que pedem para fazer este pagamento. Há um pagamento que se faz para participar. Nós queremos fechar os acordos com as empresas até final de Outubro, para ter tempo para os estudos de mercado serem feitos durante Novembro e Dezembro e em Janeiro serem anunciados os vencedores”. Situou.

Sobre os benefícios para as empresas diiise que estas poderão estender o seu espectro de reconhecimento no mercado e terem um selo ao participar no concurso.

No fundo o sistema,  “revolucionário”,  coloca o poder nas mãos dos consumidores, permitindo-lhes influenciar o mercado com avaliações directas e transparentes suportado num modelo fiável e de sucesso.

“O sistema Escolha do Consumidor em Moçambique identificará e premiará as marcas, produtos e serviços líderes em várias categorias, proporcionando-lhes uma distinção que comprova o reconhecimento dos consumidores. As marcas premiadas receberão um selo de qualidade que poderão utilizar na sua comunicação e embalagens, oferecendo aos consumidores uma maneira confiável de identificar produtos e serviços que se destacaram e foram reconhecidos pelos próprios consumidores. Este selo será uma referência confiável para os consumidores, ajudando-os a tomar decisões informadas sobre produtos e serviços. Com o início deste projecto, a voz dos consumidores em Moçambique terá um papel central na identificação das melhores marcas do País”.

Esta é a primeira edição e espera-se que o evento aconteça todos os anos em Moçambique, por isso pairam expectativas para os organizadores:

A expectativa é que, de facto, o consumidor sinta-se empoderado e que sinta que tem de facto uma palavra a dizer na sua escolha e que as marcas também vejam isto como um uma forma de ouvirem a opinião dos seus consumidores e trabalharem nela no ano seguinte, caso não ganhem para tentar que no ano a seguir possam ganhar o prémio. Disse

A Consumer Choice, ou simplesmente Escolha do Consumidor, é uma marca que já existe há 12 anos em Portugal e reitera o seu compromisso em fornecer informações valiosas aos consumidores e incentivar o aprimoramento contínuo dos padrões de qualidade.

Moçambique tornou-se no primeiro país africano a receber asta iniciativa e espera-se estender brevemente para Angola, Ásia e Arábia Saudita.

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