“A fronteira comum da zona Cassacatiza/Chanida é fundamental para a circulação de pessoas e bens entre os dois países e que deve funcionar 24 horas”, disse
Na mesma abordagem, o Chefe de Estado destacou igualmente a necessidade e importância da melhoria de infra-estrutura ferrovias, rodovias e a criação de oleodutos para fazer face ao crescente transporte de carga entre os dois países vizinhos.
Fontes que acompanham a visita do estadista moçambicana à Zâmbia, avançam que um outro aspecto a merecer especial atenção, é o referente à instalação do porto seco que a Zâmbia terá que promover nos portos da Beira e de Nacala para facilitar a gestão do tráfego e aumentar o fluxo de negócio.
Por sua vez, o Presidente zambiano Hakainde Hichilema é citado a afirmar que o comércio é muito importante para a região em particular e África, no geral, da África, pelo potencial para facilitar o desenvolvimento económico nos vários sectores destes países, rzao pela qual “os projectos de ferrovias não apenas aumentarão a eficiência do transporte mas, também, criarão novas oportunidades na região. Isso permitirá que a zona explore todo o seu potencial em comércio e investimentos”.
No mesmo sentido, o Chefe de Estado da Zâmbia disse que o País está actualmente a assistir a um sector de mineração enorme e que requer energia.
“Portanto, a nossa cooperação só tende a aumentar nesta área, inclusive pretendemos abraçar as energias renováveis, nas quais Moçambique já aposta”, sublinhou
De ressaltar que, no ano transacto a Zâmbia efectuo o pagamento da última prestação da dívida de 22 milhões de dólares norte-americanos pelo consumo de energia eléctrica de Moçambique entre 2016 e 2018.
A Zâmbia devia cerca de 75 milhões de dólares norte-americanos à EDM relativos à importação de energia em 2016 e 2018 a partir de uma central eléctrica flutuante atracada em Nacala, província de Nampula.