
Ampliada oferta do mercado de fundo de Pensões
_Volvidos pouco mais de dez anos após a sua criação em 2011, o Standard Bank procedeu a um alargamento do âmbito de actuação da sua Entidade Gestora de Fundo de Pensões no País.
Na sequência da restruturação, a entidade subsidiária, designada “Standard Fundo de Pensões – Sociedade Gestora”, passa a administrar outros fundos para além daquele referente à instituição financeira, incluindo Fundos de Pensões Fechados, estabelecidos por empresas ou demais entidades colectivas bem como Fundos de Pensões Abertos, destinados a particulares e demais partes interessadas não afiliadas a um Fundo Fechado.
Com a nova configuração, o mercado passa a dispor de uma entidade gestora de fundo de pensões com larga experiência no sector, a nível do grupo, e prestação de serviços de qualidade com recurso a oferta de soluções digitais que irão conferir ao cliente maior autonomia e comodidade.
“O que nós propomos fazer em primeira instância é garantir um futuro condigno para os nossos clientes. Para além de actuar como um instrumento de previdência social, o Standard Fundo de pensões também actua como um mecanismo de seguro”, explicou Agnaldo Mavera, Director Executivo do fundo, falando ao “O.Económico” na sequência do lançamento oficial da entidade.
Para além destes aspectos, a entidade funciona também um mecanismo de poupança e investimento, “porque ao subscrever o fundo de pensões, basicamente, o membro está a abdicar-se de consumir, no presente, para fazê-lo, no futuro, com retornos adicionais”, esclareceu.

Trata-se de uma entidade que, diferentemente das existentes do mercado, deverá privilegiar o uso de recursos locais nas suas operações com uma oferta diversificada de serviços. “Uma das formas pelas quais nós esperamos alcançar mais clientes é por via da massificação das nossas ofertas digitais, de tal ordem que, independentemente do local geográfico onde o cliente se encontre, ele possa ter acesso ao fundo de pensões”, referiu.
Para os potenciais investidores, o Fundo representa um mecanismo fiável para poupar, investir, gerar riqueza e assegurar estabilidade financeira no médio e longo prazo, bem como garantir uma reforma condigna.
A entidade faz parte do restrito grupo das seis Sociedades Gestoras de Fundos de Pensões licenciadas para exercer a actividade em Moçambique. Com uma composição marcadamente estática ao longo do período mais recente, as entidades operam em um mercado ainda em processo de consolidação. Com efeito, segundo dados do último relatório do Instituto de Supervisão de Seguros de Moçambique, até 2020, existiam no mercado apenas 13,394 membros de fundos de pensões complementares, sendo 11,595 membros activos e 1,799 pensionistas.
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