Moçambique atingiu 99,8 por cento da previsão deste ano da contratação da dívida interna, o que significa que para continuar a financiar a despesa pública nos restantes meses de 2023 o Governo terá de recorrer a outras fontes.

De acordo com o porta-voz do Governo, Filimão Suaze, a prossecução da despesa será feita com recurso às fontes habituais, nomeadamente através do aumento da arrecadação de impostos e angariação de doações junto dos parceiros de cooperação.

Ao dirigir-se a jornalistas no final da 28ª sessão ordinária do Conselho de Ministros, Filimão Suaze garantiu, entretanto que, apesar dos factores adversos, Moçambique registou uma estabilidade dos seus indicadores macroeconómicos durante o ano em curso.

Com efeito, no balanço da implementação do Plano Económico e Social e Orçamento do Estado (PESOE) do primeiro semestre de 2023 o Executivo constatou que dos 117 indicadores analisados 73,5 por cento tiveram desempenho positivo, enquanto 26,5 por cento registaram uma tendência negativa.

Enquanto isso, a cobrança de receitas do Estado fixou-se nos 146.797,6 milhões de meticais, o que corresponde a 41,1 por cento do plano anual.

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