Obras de emergência do troço Inchope-Caia absorve 1,7 mil milhões de meticais

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Cerca de 1,7 mil milhões de meticais está a ser investido pelo Governo nas obras de reabilitação de emergência da Estrada Nacional Número Um (N1), no troço Inchope Caia, na província de Sofala.

Trata se de uma extensão de 320 quilómetros em avançado estado de degradação, dos quais estão contemplados 77 quilómetros.

O Ministro das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos, Carlos Mesquita, que partilhou a informação durante a visita de trabalho a este troço crítico, afirmou que os trabalhos, com previsão de conclusão até Maio de 2024, decorrem sem sobressaltos.

Com vista à flexibilização da empreitada, em face da próxima época chuvosa e ciclónica 2023/2024, as obras, iniciadas há três se manas, foram subdivididas em quatro lotes, sendo que a construtora portuguesa Mota Engil foi adjudicada o tapamento de buracos entre Inchope e Gorongosa.

No corredor Gorongosa-Muera as obras estão a ser executadas pela Concity, enquanto os 58km que ligam Muera e Nhamapaza foram consignados ao em preiteiro JJR. Finalmente, no maior troço deste lote, de 115km, ligando Nhamapaza e Caia, as obras estão a ser executadas pela Karina Construções.

Porém, segundo ressalvou Mesquita, nas vias que estão a ser intervencionadas, o sector está a priorizar obras de drenagem.

Os trabalhos, conforme o governante, acontecem numa altura em que a Administração Nacional de Estradas (ANE) acaba de lançar outro concurso público para uma extensão de 265km, entre rio Save-Casa

Nova e Casa Nova-Inchope, igualmente na província de Sofala, cujas obras poderão iniciar até final de Setembro próximo.

Em toda a extensão de aproximadamente 2600km da N1 a maior degradação se verifica na área de jurisdição da província de Sofala, entre Vila Franca do Save, em Inhambane, e vila de Caia. Por isso, o governante reiterou que no próximo ano a rodovia será alvo de uma reabilitação mais consistente na plataforma, nos eixos Inchope-Gorongosa, Gorongosa-Caia, Caia-Nicoadala e Metorro-Pemba, num total de 508km.

Para o efeito, está assegurado o financiamento de 850 milhões de dólares norte-americanos, co-financiados pelo Banco Mundial, cujas obras terão a duração de dez anos, dos quais dois de construção e restantes oito em manutenção.

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