PLM vê na certificação confirmação da aposta no mercado moçambicano

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A PLM dedica-se à prestação de serviços profissionais na área do Facility Management, detendo uma curva de experiência com 35 anos no mercado internacional e mais de 25 anos em Moçambique. A empresa possui uma estratégia   que se desenvolve em três dimensões distintas, a equipa, os serviços e a tecnologia, e cujo centro das atenções é o Cliente, serviços que são prestados com uma equipa composta por 170 colaboradores, dos quais 168 são moçambicanos.

“Temos uma presença muito forte e tradicional no Sector da Banca, o crescimento da PLM ao longo desses 25 anos foi muito alicerçado nas necessidades da Banca, esta que tinha uma cobertura nacional, obrigou-nos a crescer para podermos dar uma resposta. Hoje diversificamos e temos vindo a reforçar o nosso posicionamento em outros sectores, fazemos manutenção e gestão de sedes de grandes empresas, de cadeias de distribuição, de edifícios de escritórios, grandes condomínios”, explicou Mário Viveiros Director Geral da PLM Moçambique

Analisando ao ambiente de mercado do sector em que actua, o mercado da engenharia, o DG da PLM, considerou o mesmo como sendo promissor e em franco crescimento, tendo em conta o nível das infraestruturas existentes e as necessidades futuras.

“Esta área de Facility Management é uma área específica da área tradicional da engenharia e, ao contrário da engenharia tradicional, está um pouco mais atrasada, porque Moçambique é um país que culturalmente se habituou a priorizar o investimento do que a manutenção; isto é uma mudança de cultura e de mentalidade que acho que irá acontecer normal e naturalmente e temos vindo a atestar essa vontade de mudança, embora seja um processo menos regulamentado”. Disse Mário Viveiros

Instado a resumir as principais realizações da PLM nos seus 25 anos de operação no mercado moçambicano, Mário Viveiros, destacou a consolidação da operação, no sentido de ter uma cobertura nacional, algo que classificou de muito complexo do ponto de vista organizacional, controlo e custos, ao obrigar a ter escritórios físicos e recursos em cada um dos pontos. “Mas foi um investimento financeiro que foi feito, hoje sentimos que podemos estar em clientes que se calhar não estávamos, podemos responder a Banca de uma forma que não respondíamos no passado porque não conseguíamos estar no País todo, isso fez com que a empresa crescesse bastante nos últimos anos”, disse Mário Viveiros.

“Claramente ainda falta, fizemos um crescimento de mais de 40% nos últimos 5 anos, do ponto de vista do volume da empresa, mas hoje é importante consolidar essa operação, e esse é um projecto para o futuro que fará com que a empresa fique mais robusta, capaz de responder a grandes desafios e clientes que esperamos que venham para mercado moçambicano e é normal que venham com estes processos todos de investimento, é normal que venham grandes empresas com standards muito elevados e queremos estar prontos para isso”. Acrescentou o DG da PLM

Sobre o processo de certificação em que a PLM decidiu recentemente embarcar Mário Viveiros disse que a empresa busca fundamentalmente um selo de qualidade e uma melhor identificação local, uma vez ao nível da família empresarial a que pertence, o Grupo português IPG, existe familiaridade com standards de qualidade e outras exigências especificas do seu ramo de actividades.

Sobre o futuro, os próximos 25 anos Mário Viveiros foi categórico: “Pretendemos continuar a ser uma empresa de referência na área de Facility Management, hoje o somos, juntamente com outras; pretendemos ser uma empresa que consiga operar nesta área, do ponto de vista técnico, em sistemas de baixa e de grande complexidade”

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