
Reabilitação da EN1 arranca em Maio
A primeira fase da reabilitação da Estrada Nacional Número 1 (EN1) vai começar em Maio de 2024, abrangendo um primeiro troço de 580 quilómetros, anunciou o Presidente da República, Filipe Nyusi.
Nyusi avançou a informação após a inauguração dos primeiros 70 quilómetros da nova estrada, em construção, que vai ligar a província de Cabo Delgado, norte de Moçambique, e a Tanzânia, país vizinho.
“Obedecendo a regras de procedimento do financiador, neste caso o Banco Mundial, as obras de reabilitação desta importante estrada, na sua primeira fase, vão iniciar-se em Maio do próximo ano”, afirmou o chefe de Estado.
O arranque dos trabalhos vai incidir sobre os troços entre Inchope-Gorongosa-Caia, Chimuara-Nicoadala e Metoro-Pemba, numa extensão total de cerca de 580 quilómetros, acrescentou.
“Estamos cientes das preocupações que se levantam em torno da situação da Estrada Nacional Número 1”, enfatizou Filipe Nyusi.
Ainda no âmbito da reabilitação da infra-estrutura, prosseguiu, já estão assegurados os recursos para a construção de uma nova ponte sobre o rio Licungo, no distrito de Mocuba, centro de Moçambique, com cerca de mil metros, e de uma estrada de acesso, com cerca de 20 quilómetros.
O chefe de Estado assinalou que, enquanto as obras da ENI não começam, vão sendo realizadas intervenções de emergência para assegurar a transitabilidade da via.
Os trabalhos consistem no tapamento de buracos e resselagem, nos trajectos mais críticos.
Referindo-se à situação das vias de acesso degradadas por falta de manutenção, devido à guerra na Província de Cabo Delgado, o Chefe de Estado avançou que o Governo está em negociações com os parceiros internacionais para o financiamento das obras de reabilitação nos troços que ficaram intransitáveis.
Em Março último, o executivo moçambicano anunciou o arranque, este ano, da primeira fase das obras de reabilitação da EN1, com um financiamento de 375 milhões de euros do Banco Mundial.
A extensão total da EN1 que precisa de ser reabilitada são 1.053 quilómetros dos cerca de 2.600 da via e, para o efeito, o Banco Mundial indiciou em Agosto a disponibilização de 850 milhões de dólares (797 milhões de euros), sendo que quase metade do envelope irá para a primeira fase.
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