Está tudo a postos para uma excelente realização da Conferência Anual do Sector Privado (CASP), a XVIII, reiterou o Presidente da Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA), a mais representativa organização empresarial do sector privado nacional e principal interlocutor do Governo no diálogo público-privado visando a melhoria do ambiente de negócios em Moçambique.

A CTA espera que os participantes presenciais ultrapassagem, os cinco mil e os projectos de investimentos atinjam os três mil milhões de dólares norte americanos.

Presidente da CTA, Agostinho Vuma

“Estamos a falar de projectos que têm determinantes de contribuição no PIB, no emprego, mas também a projecção daquilo que vai ser a sua presença, como indústria”, Disse o Presidente da CTA Agostinho Vuma.

O tema da CASP este ano “Transformação, Inovação, Sustentabilidade e Inclusão para a Competitividade Industrial”, reflecte uma das maiores aspirações económicas do País, o sector privado destaca a importância da industrialização da economia

“Apesar de estarmos num tema ligado à indústria, estamos a promover projectos em todos sectores da actividade económica. Obviamente, dá-se mais primazia a outros sectores que pretendem apostar mais na indústria e pensamos que as entidades que vão estar em Moçambique”. Acrescentou Agostinho Vuma.

Entre vários destaques desta XVIII CASP, é a assinatura entre a CTA o BAD e a embaixada italiana, de um acordo que estabelece uma linha de financiamento para a digitalização das pequenas e médias empresas.

Sobre a essência da CASP que é a melhoria do ambiente de negócios, Agostinho Vuma disse que a prossecução desse desiderato continua, a despeito do ímpeto reformista demostrado pelo Governo nos últimos tempos, particularmente corporizados no Pacote de Medidas de Aceleração Económico (PAE)

“No ano passado, 60% se não 70% daquilo que foram as nossas contribuições na Conferência Anual do Sector Privado foram aceites e corporizaram o PAE. Portanto, vamos a esse diálogo com um sentimento de satisfação pela quantidade de acções que corporizam PAE que saíram do sector privado e fazem parte daqueles 117 pontos que foram apresentados ao longo da existência da CTA como matriz a ser discutida com o Governo e os pelouros da CTA”. Afirmou

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