A EUROCAM, Associação dos Empresários Europeus em Moçambique, pretende se juntar aos esforços do Governo visando a melhoria geral do clima de investimentos. A predisposição foi reiterada no encontro que a agremiação manteve, na última semana, com a Unidade de Coordenação da Implementação das Medidas de Aceleração da Recuperação da Economia (PAE), que serviu para que os empresários europeus tomassem um conhecimento mais circunstanciado sobre o pacote de reformas económicas em implementação, sobre o qual disseram que as mesmas credibilizam a economia.

Na ocasião os empresários ficaram a saber no detalhe o ponto de situação de cada uma das vinte medidas que compõem o pacote, mas também para apresentar situações que ainda constituem constrangimentos para o investimento privado em Moçambique.

“Para nós o PAE é um instrumento para continuar a acreditar no País e a convidar os nossos colegas europeus a investir em Moçambique”, Disse Simone Santi, sobre a importância do encontre para a EUROCAM.

João Macaringue, membro da equipa de Coordenação da Implementação do PAE, disse, dentre outras matérias que a questão do visto, constitui “um pacote complexo que tem a componente de verificação da qualificação de países susceptíveis a terem vistos, por isso o seu trabalho é feito de forma faseada e envolvente”.

No contexto do PAE, “a abertura não significa negligenciar”, frisou João Macaringue.

O elemento da Coordenação da Implementação do PAE, revelou que nos próximos tempos, ocorrerá uma intensificação da divulgação do PAE por forma a suprir quaisquer omissões ou meras necessidade quer de esclarecimento quer da localização temporal das medidas anunciadas

João Macaringue disse que o PAE não tem em si medidas prioritárias pelo simples facto de todas as vinte medidas serem de implementação urgente, mas reconheceu que em virtude da complexidade de cada uma, existem aquelas que são implementadas mais rapidamente.