CFM Logistics deve se apresentar com padrões de eficiência e segurança, afirma Fernando Couto

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Presidente da Associação dos Operadores Portuários, vê a subsidiária dos CFM E.P, Fernando Couto

O Presidente da Associação dos Operadores Portuários, vê a subsidiária dos CFM E.P, recentemente lancada, a CFM Logistics, como uma empresa que vai congregar todo saber, toda a experiência que o CFM tem, para desenvolver e ter uma participação efectiva nos grandes projectos do Oil & Gás em Moçambique.

“A nossa participação como entidades moçambicanas tem que partir de empresas que tenham uma dinâmica e estrutura bastante forte. Isto requer capital humano, capitais financeiros e requer saber acumulado. E nesse sentido, acho que esta iniciativa do CFM [ CFM-Logistic] é de saudar, porque o melhor deles será o melhor reflectido em toda a economia do País e em todos os moçambicanos” Disse Fernando Couto.

O Presidente da Associação dos Operadores Portuários e também Presidente do Conselho Empresarial Nacional da CTA, reagiu, acreditando que o benefício da CFM-Logistic será essencialmente do sector portuário e do sector da logística, “porque não estou a ver aqui a questão ferroviária, portanto, vejo apenas a questão portuária”. Disse Fernando Couto que também é PCA da Manica Terminais.

Interpelado pelo O.Económico a margem, da cerimónia de lançamento do CFM Logistics, Fernando Couto considerou que as oportunidades existem mas que também não há espaços vazios, o que para ele tal exige que as empresas moçambicanas e os moçambicanos no geral tomem conta dessas oportunidades, sob risco de outros [estrangeiros] o fazerem, o que para ele se tal acontecer pode constituir um factor de desestabilização.

Sobre os desafios Fernando Couto, disse que a questão dos padrões é fundamental:

“ Os desafios são saber ter os padrões, cumprir com os padrões de eficiência e segurança de custo da indústria, e esta indústria portanto, é algo de novo para nós, mas nós também tivemos muitas coisas novas no passado e que enfrentamos e com boa memória”

Recordou Couto que  quando a Mozal se instalou, [foi um investimento de US$ 2 mil milhões]  o CFM foi desafiada a fazer toda a questão logística da Mozal, e hoje, o que era impensável na altura tronoiu-se normalidade, acrescentou que os padrões de eficiência que o CFM apresenta, por exemplo, na logística da Mozal, são compatíveis com qualquer porto de nível internacional.

“Portanto, desafiar é saber vencer”, rematou

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