
Zâmbia tenta evitar ter a pior queda de moeda do mundo depois da Argentina
O banco central da Zâmbia aumentou o rácio de reservas obrigatórias para os bancos comerciais, numa tentativa de inverter a tendência de queda da moeda com pior desempenho do mundo, depois do peso argentino.
O Banco da Zâmbia vai aumentar o rácio de reservas obrigatórias para os depósitos em moeda local e estrangeira em 3 pontos percentuais, para 14,5%, com efeitos a partir de 13 de Novembro, informou numa circular na segunda-feira, 06 de Novembro. A medida tem como objectivo aliviar a “pressão persistente do mercado cambial” e controlar a inflação.
O kwacha da Zâmbia caiu 21% em relação ao dólar desde o final de Junho, sendo que apenas o peso argentino teve um pior desempenho a nível mundial, de acordo com dados compilados pela Bloomberg.
A moeda da nação produtora de cobre tem sofrido pressão com a queda dos preços do metal e da produção, enquanto os esforços para reestruturar mais de US$10 mil milhões de dólares de dívida soberana externa têm se arrastado.
Em Outubro, a inflação dos preços no consumidor na Zâmbia acelerou 12,6% – o ritmo mais rápido em quase dois anos – impulsionada em parte pela desvalorização do kwacha. A Zâmbia importa produtos, desde combustíveis a fertilizantes, pelo que os preços são fortemente afectados pela evolução da taxa de câmbio.
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