ZEEs de África – Resiliência e aceleradores para o desenvolvimento sustentável das cadeias de valor

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  • África tem mais de 200 ZEEs operacionais e 73 projectos, em 47 países, estão na iminência de serem concluídos.

As Zonas Económicas Especiais (ZEEs) de África são consideradas como um dos principais instrumentos que estimulam reformas económicas, promovem Investimento Directo Estrangeiro (IDE) de qualidade, e aceleram a industrialização no continente.

A União Africana (UA) e a Organização das Zonas Económicas de África (AEZO) organizaram o 5º Simpósio da União Africana sobre Zonas Económicas Especiais, e a 7ª edição da Reunião Anual da AEZO, entre  30 de Novembro à 2 de Dezembro de 2022  em Abuja, na Nigéria, sob o tema: “Zonas Económicas Especiais de África: Motor para Resiliência e Acelerador do Desenvolvimento Sustentável de cadeias de valor industrial”.

As Zonas Económicas Especiais de África são consideradas como um dos principais instrumentos que estimulam reformas económicas, promovem Investimento Directo Estrangeiro (IDE) de qualidade, e aceleram a industrialização em todo o continente. Segundo o Panorama  das Zonas Económicas de África (Edição 2021), mais de 200 ZEEs estão operacionais em África enquanto 73 projectos foram anunciados para conclusão em 47 países.

O espaço dedicado as ZEEs é de aproximadamente 150 000 hectares enquanto mais de $2.6 mil milhões foram mobilizados num investimento dedicado ao agro-processamento, fabrico e serviços.

A reunião anual da AEZO e o Simpósio da UA sobre as ZEEs providenciou orientação sobre assuntos transversais relacionados a contribuição das ZEEs na aceleração do desenvolvimento sustentável de cadeias de valor industrial. Isto também está alinhado a Agenda 2063 de África: Aspiração 1: Uma África próspera com base no crescimento inclusivo e desenvolvimento sustentável.

O evento foi organizado em parceria com a Conferência das Nações Unidas sobre o Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD), a Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (UNIDO), o Banco Africano de Desenvolvimento (AfDB) e a Agência Alemã para Cooperação Internacional (GIZ) .

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