A chegada de cerca de 300 mil visitantes, no período compreendido entre 15 de Dezembro a 15 de Janeiro, permitirão uma receita de 900 milhões de meticais, significando um crescimento em mais de 200 milhões de meticais quando comparado a período homologo do ano passado.

Os alívios das restrições nas medidas de prevenção da Covid-19, a nível interno e internacional, são a razão principal do crescimento anunciado, segundo o Director Nacional do Turismo, Edson Valá, em declarações ao diário “Noticias”.

Como que a confirmar a franca recuperação que o sector tem vindo a registar, Edson Valá, afirmou que no primeiro semestre do ano passado cerca de 350 mil visitantes internacionais estiveram em Moçambique, contra os mais de 200 mil de igual período de 2021

Sobre o e-Visa, a plataforma de visto electrónico lançado no quadro do pacote de medidas de aceleração económica, disse Edson Valá, sem revelar dados, que o mesmo tem estado a ser bastante solicitado.

Recorde-se que em 2017, após introduzir o visto de fronteira para o turismo, o Moçambique registou 1,5 milhão de visitantes, e em 2018 mais de 2,9 milhões, o que equivaleu a um crescimento de 89%. Relativamente a receitas, o País passou de 150 milhões de dólares em 2017, para 241 milhões em 2018, representando um aumento de 60%.

Como impacto directo da introdução do visto de fronteira para o turismo, no Índice de Competitividade de Viagens Turísticas, Moçambique saiu da 132.ª posição em 2017 para a 127.ª em 2019. Dados do Ministério da Cultura e Turismo indicam que Moçambique poderá alcançar a marca de dez milhões de turistas a visitarem o país até finais de 2025.

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