A afirmação é do docente universitário Joaquim Manjante, na sua mais recente obra denominada, Geopolítica do Canal de Moçambique, “O Sequestro do Vega 5”, onde abeira vários aspectos do contexto da segurança marítima, incluindo na esfera económica.

Na obra, Joaquim Manjante, explana que, os novos desenvolvimentos económicos associados a globalização, transformaram “a zona do índico no corredor mais importante do mundo, em virtude do facto de que mais de 65% do petróleo mundial passar pela zona. Em termos geoestratégicos, Joaquim Manjate, observa que a zona é particularmente vital para a economia das grandes potências, como a China, o EUA, sem ignorar as economias emergentes do Brasil, África do Sul, Índia, e Paquistão.

Joaquim Manjete realça que a zona do indico, da qual Moçambique faz parte e ocupa uma porção significativa, é o facto de as reservas de atum no oceano Índico, que ocupam um lugar de destaque no mundo. Nesse aspecto, destaca que Moçambique, a indústria pesqueira que tinha como um dos produtos mais apreciado, o camarão, veio mais tarde, descobrir que a costa moçambicana era uma das quatros maiores reservas de atum do mundo. O que releva ainda mais o País na economia da zona do índico.

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