• Projeto já foi apontado como o maior investimento privado de África, custando pelo menos US $ 20 biliões.

O CEO da TotalEnergies SE, Patrick Pouyanne, é apontado como devendo escalar Moçambique, brevemente, para avaliar as condições para reiniciar o gigantesco projeto de gás natural liquefeito da empresa, que foi suspenso em 2021 por causa da violência terrorista que se abateu sobre as zonas limítrofes da implementação do projecto na península de Afungi, na província nortenha de Cabo Delgado.

Um reinício do projecto é visto como ainda mais oportuno, já que viria num momento crítico para Moçambique, mas a conjuntura internacional também é uma importante oportunidade já que o projeto de GNL de Moçambique também pode desempenhar um papel fundamental na flexibilização da crise energética da Europa.

Pouyanne disse na sua última viagem a capital moçambicana há um ano, que na sua próxima visita viajaria a Cabo Delgado para ver se a vida tinha voltado ao normal para permitir que o projecto fosse retomado.

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