A Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB) desembolsou cerca de 95 milhões de meticais para a construção de um centro de saúde na localidade de Nonge, distrito de Mueda, em Cabo delgado.

Num projecto que enquadra-se no âmbito da responsabilidade social corporativa da HCB, conforme disse, Tomas Matola CEO da HCB, visa aproximar cada vez mais cuidados de saúde às comunidades.

Trata-se de uma infra-estrutura, uma unidade sanitária do tipo II, que após a sua conclusão, em Fevereiro do próximo ano, deverá beneficiar perto de quinze mil habitantes daquela comunidade que continua a percorrer mais de 17 km para encontrar serviços de saúde.

A construção da unidade sanitária, integralmente financiada totalmente pela HCB, será composta por um bloco de atendimento externo com salas de tratamento, farmácia e laboratório, uma maternidade com duas salas de parto e dois quartos com a capacidade de nove camas, uma “casa de mãe-espera” e uma incineradora.

O investimento orçado em 95 milhões de meticais, incluirá o apetrechamento com equipamento médico hospitalar e mobiliário doméstico, servindo assim, como resposta ao desafio colocado à HCB, pelo Gabinete da esposa do Presidente da República, de se implantar um centro de saúde no Distrito de Mueda.

“Acreditamos que esta infra-estrutura irá contribuir para a melhoria das condições de assistência médica e sanitária da população de Nonge, em particular, e do Distrito de Mueda, no geral, bem como de outras populações desta parcela do País, por quem nutrimos muito apreço, pela resiliência, sentido de missão e patriotismo”, disse Tomás Matola, Presidente do Conselho de Administração da HCB, uma das maiores produtoras  independentes de energia da região austral de África.

Por sua vez, o Governo da Província, representado pelo governador Valige Tauabo, bem como as estruturas comunitárias e a população de Nonje, por sinal os maiores beneficiários deste investimento, agradeceram pela iniciativa da construção da infra-estrutura e pediram ao CEO da HCB, Tomás Matola um furo de água para colmatar as dificuldades da população no acesso ao precioso líquido. O pedido foi prontamente atendido por Tomás Matola, em coordenação com o Governo local.

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