
Governo Vai Requalificar Aeródromo De Massingir Para Impulsionar Turismo De Alto Nível
Chapo anuncia “porta de entrada” para turistas internacionais e polo logístico agrícola; investimento do AMAN reforça visão de inclusão e sustentabilidade
- Requalificação do aeródromo de Massingir para receber, em 10–20 anos, aviões de grande porte;
- Infra-estrutura será hub para turismo internacional e exportação de produtos agrícolas e pecuários;
- Integração com o corredor Mapinhane–Pafuri para dinamizar cadeias de valor em agricultura, energia e hotelaria;
- Projecto ancorado no AMAN Karingani Hotel (conclusão prevista para 2028), com foco em inclusão e sustentabilidade;
- Programas de formação já levaram 23 jovens locais à África do Sul em hotelaria e gestão ambiental.
O Presidente da República, Daniel Chapo, anunciou a requalificação do aeródromo de Massingir, em Gaza, transformando-o numa nova porta de entrada para turistas internacionais e num polo logístico para escoar a produção agrícola e pecuária local. A medida enquadra-se na estratégia de posicionar Moçambique no circuito do turismo de alto nível, alavancando inclusão social e sustentabilidade ambiental.
Durante o lançamento oficial do projecto hoteleiro do grupo AMAN, avaliado em 140 milhões de USD, Chapo sublinhou que, no horizonte de 10 a 20 anos, Massingir deverá receber aeronaves como Boeings, consolidando Gaza e Inhambane como polos turísticos de referência num modelo que combina savana e praia, conservação da biodiversidade e valorização cultural. “O desenvolvimento não se faz contra a natureza, mas com a natureza e para as pessoas”, enfatizou.
O Chefe de Estado destacou ainda o corredor Mapinhane–Pafuri, que atravessa Massingir, como peça-chave para integrar cadeias de valor e aproximar produtores locais do mercado premium que acompanhará a operação do AMAN Karingani Hotel. A ideia é fornecer produtos orgânicos a turistas de luxo, gerando rendimento para as comunidades e dinamizando a economia local.
A aposta logística e turística vem acompanhada de capacitação de capital humano: 23 jovens foram formados na África do Sul em hotelaria e gestão ambiental, e novos ciclos serão replicados para expandir o corpo de profissionais qualificados. Para Chapo, o turismo deve ser encarado como vector central de diversificação económica, com efeitos multiplicadores na agricultura, indústria e serviços.
Ao projectar a conclusão do AMAN Karingani Hotel para 2028, o Presidente reforçou o carácter estrutural da iniciativa: “não é apenas um hotel”, mas um marco de transformação que coloca Moçambique no mapa do turismo de luxo, com inclusão, sustentabilidade e um sinal de confiança acrescida para investidores.
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